O Citi reafirma o Itaú Unibanco como sua ação preferida no setor financeiro após a reeleição de Lula, destacando sua diversificação e forte gestão de risco. O preço-alvo é de R$ 51, com potencial de valorização de 22%. O BTG Pactual também recebe recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 89 e potencial de 48%. Para o Nubank, o Citi aponta desafios devido a juros altos, fixando preço-alvo de US$ 14,50, com 15% de valorização esperada. A análise é liderada por Gustavo Schroden.

O Citi mantém o Itaú Unibanco (ITUB4) como “Top Pick” (ação preferida) entre as ações do setor financeiro, após a generalização reavaliação dos papéis do setor, na esteira da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para a equipe de analistas liderada por Gustavo Schroden, o maior banco privado do País exibe uma franquia diversificada, rentabilidade e posição de capital fortes, além de gestão de risco disciplinadas. Esses fatores colocam a instituição financeira em melhores condições para operar em um ambiente de volatilidade macroeconômica, de acordo com a análise. O Citi fixa o preço-alvo de Itaú em R$ 51, potencial de valorização de 22% em relação ao fechamento de ontem.
O banco americano também segue com recomendação de compra para o BTG Pactual (BPAC11), que tem exposição diversificada entre bancos de investimentos, gestão de ativos, Wealth Management (gestão de patrimônio), crédito e plataformas digitais. Neste caso, o preço-alvo é de R$ 89, potencial de valorização de 48% ante o fechamento de ontem.
Para o Nubank (ROXO34), a avaliação é de que juros elevados e o custo de capital maior reduzem a atratividade relativa de um negócio orientado para o crescimento futuro. “Além disso, esperamos que 2027 seja um ano desafiador para a qualidade dos ativos no Brasil, o que deve impactar o seu crescimento”, ressalta o Citi, que fixa preço-alvo de US$ 14,50, potencial de valorização de 15%, com recomendação de compra.