Valter Pontes/AE–29/4/2011
Valter Pontes/AE–29/4/2011

Alunos têm esperança de ter o diploma revalidado

Michel Frank Nascimento Rodrigues, de 26 anos, trabalha no Fórum de Juazeiro (BA) e seu objetivo é concluir o curso de Direito para investir na carreira jurídica. Ele é um dos alunos da Ambra no Brasil e está no quarto semestre.

Fernanda Bassette, O Estado de S.Paulo

05 Junho 2011 | 00h00

Gaúcha de Santa Maria, Marciele Tauchen, de 21, também é aluna da Ambra. Soube da faculdade ao procurar por opções de cursos de Direito a distância pela internet. Fernando Meneguin, de 39, de Brasília (DF), já formado em Economia, possui mestrado e doutorado e também descobriu o curso pela internet.

Os três têm o mesmo objetivo: terminar a graduação e revalidar o diploma no Brasil. "Certifiquei-me de que a faculdade existia e me informei sobre os professores para não cair em golpe. As pessoas especulam muito sobre o diploma, mas sinto segurança na Ambra", diz Marciele.

Rodrigues também procurou se certificar antes de se matricular. "Busquei informações e liguei para algumas universidades para saber como funciona a revalidação. Cheguei à conclusão de que o MEC não pode interferir. Resolvi pagar para ver."

Meneguin conta que resolveu fazer o curso a distância porque não teria paciência para acompanhar mais uma graduação presencial. Ele é aluno da primeira turma. Sobre a possível dificuldade para revalidar o diploma no Brasil, ele está ciente dos riscos. "Sou da primeira turma. Sei que é um risco. Vejo pelos fóruns da faculdade que essa é a maior preocupação dos alunos. E é isso que vai definir o sucesso ou o fracasso da Ambra."

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