Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Ativista do MTST diz que protestos devem continuar

A revogação do reajuste das tarifas de ônibus, metrô e trem, em São Paulo, anunciada nesta quarta-feira pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito Fernando Haddad (PT), é uma vitória dos protestos de luta contra o aumento das passagens do transporte público. A avaliação é de Natalia Szermeta, uma das coordenadoras estaduais do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST). "As manifestações cumpriram seu papel. É um sinal de que, quando os trabalhadores se mobilizam, conseguem arrancar suas reivindicações", declarou Natalia.

FELIPE CORDEIRO, Agência Estado

19 de junho de 2013 | 20h17

Ao lado do Movimento Periferia Ativa (MPA), o MTST organizou manifestações na manhã desta quarta-feira que bloquearam as rodovias Anchieta, em São Bernardo do Campo, Régis Bittencourt, em Taboão da Serra, e a Estrada do M''Boi Mirim, na zona sul da capital paulista. Os protestos do MTST e do MPA ocorreram em linha com as manifestações que têm ocorrido nas regiões centrais de São Paulo e em outras cidades brasileiras, lideradas, de acordo com eles, pelo Movimento Passe Livre (MPL).

"Os movimentos devem se reunir entre hoje e amanhã para decidir o que faremos. Não esperávamos que a redução ocorresse hoje", afirmou Natalia.

Segundo ela, os movimentos não perderão força depois do anúncio da redução das tarifas de transporte público, pois - apesar de o objetivo dos recentes protestos ter sido atingido - ainda há outras questões que requerem mobilização.

Além da redução das passagens do transporte coletivo, o Movimento Periferia Ativa e o MTST reivindicam medidas de controle sobre o valor dos aluguéis e o fim da repressão aos movimentos populares.

Tudo o que sabemos sobre:
tarifasSPMTST

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.