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Egito proíbe Mubarak e família de viajarem, diz promotoria

O procurador público do Egito proibiu o ex-presidente Hosni Mubarak e família de viajarem enquanto as acusações contra eles estiverem sendo investigadas, disse nesta segunda-feira um porta-voz da promotoria, Adel el-Saeed.

REUTERS

28 de fevereiro de 2011 | 09h45

El-Saeed não deu detalhes sobre as queixas investigadas, mas afirmou ter sido baixada uma ordem oficial e acrescentou que esse documento também congela o dinheiro e bens de Mubarak e família.

A proibição de viagens se segue a uma outra decisão da procuradoria, em 21 de fevereiro, de pedir o congelamento dos bens de Mubarak no exterior -- no primeiro sinal de que o conselho militar que assumiu o poder em 11 de fevereiro no Egito iria adota medidas contra o presidente deposto.

Informações da mídia indicam que a fortuna do ex-presidente pode totalizar bilhões de dólares e alguns opositores de Mubarak o acusam de ter se apropriado de riquezas do Egito, o mais populoso país árabe, mas assessores dele insistem que ele nada fez de errado.

Um levante que durou 18 dias pôs fim a 30 anos de governo de Mubarak e causou forte impacto em todo o Oriente Médio, onde protestos ameaçam vários governos, incluindo os da Líbia e Barein.

(Por Edmund Blair)

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