FHC rechaça tentativa de divisão do país e defende reforma política

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, após votar neste domingo em São Paulo, rechaçou o que chamou de tentativa de dividir o país por classe ou raça, e defendeu a reforma política independentemente de quem seja eleito, de acordo com o site do jornal Folha de S.Paulo.

REUTERS

26 de outubro de 2014 | 13h40

"Estão tentando dividir o país por classe, cor. Essa tentativa não é aceitável. Eles tinham um slogan que dizia 'paz e amor'. Agora, o dono desse slogan está vendendo ódio", disse Fernando Henrique segundo o site, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fernando Henrique ainda afirmou que a primeira responsabilidade do próximo presidente, seja Aécio Neves (PSDB) ou Dilma Rousseff (PT), "será realizar uma reforma política".

Uma das principais lideranças tucanas, FHC governou o país por dois mandatos, de 1995 a 2002, e defendeu neste domingo os feitos realizados por sua gestão.

"Com o Plano Real reduzimos em 30 pontos a pobreza. Universalizei a educação básica. E agora quer dizer que todos que emergiram à classe média são filhos do Lula? Não. São filhos de um país", disse ele.

(Por Camila Moreira)

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