Fiéis enfrentam tumulto no final da missa da JMJ

Assim como havia ocorrido antes da missa que marcou a abertura da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Copacabana (zona sul do Rio), ao final dela os fiéis enfrentaram novos momentos de tumulto. Ônibus e metrô não deram conta da dispersão das cerca de 500 mil pessoas que prestigiaram a celebração e, ao final, se aglomeraram principalmente na entrada da estação Cardeal Arcoverde do metrô, em Copacabana. A fila para embarque saía da estação e dava voltas pela praça Cardeal Arcoverde. A Rua Barata Ribeiro, que passa pela frente da estação de metrô, teve de ser interditada por volta das 21h20 desta terça-feira, 23, devido ao grande público que tentava atravessar a via. O trânsito só voltou ao normal quase duas horas depois, às 23h10.

ANTONIO PITA, Agência Estado

23 de julho de 2013 | 23h48

Os fiéis que acompanharam a missa gostaram do evento, mas reprovaram a estrutura de acesso. "A missa de acolhida foi excelente, por conta do espírito da juventude, que se sacrificou para conseguir estar aqui. Mas a cidade mostrou que não tem estrutura. A prefeitura deveria estabelecer feriado durante uma semana, disponibilizar ônibus exclusivos e sinalizar melhor a cidade. Os peregrinos estavam perdidos, sem informações sobre as estações de metrô e os pontos de ônibus", reclamou o estudante William Penha, de 18 anos, que é de São José (SC) e está hospedado em Campo Grande, bairro da periferia da zona oeste.

Mais conteúdo sobre:
JMJmissatumulto

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.