Incendiada há duas semanas, pousada do AfroReggae, no Rio, é atingida por tiros

Para secretário de Segurança, ataques no Morro do Alemão 'são ação direta contra José Júnior (coordenador do projeto) e não contra a pacificação'

Luciana Nunes Leal, O Estado de S. Paulo

31 de julho de 2013 | 10h52

RIO - A pousada do AfroReggae no Morro do Alemão, incendiada há duas semanas, foi atingida, na noite de terça-feira, 30, por oito tiros de fuzil, segundo informação da Polícia Militar e do coordenador do projeto, José Júnior. O governador Sérgio Cabral e o secretário de segurança, José Mariano Beltrame, estiveram nesta quarta-feira, 31, em outra unidade do AfroReggae, na mesma favela, em uma agenda que já estava marcada antes do ataque.

"Temos de encarar essas dificuldades, mas vamos lembrar como era isso aqui antes da pacificação. Estes ataques são uma ação direta contra o José Júnior e não contra a pacificação", afirmou Beltrame, que disse as duas ações contra a pousada do AfroReggae foram feitas por integrantes do Comando Vermelho que ainda atuam no Complexo do Alemão. "Ainda existem problemas, mas a UPP é uma realidade e não vamos voltar atrás", disse o governador.

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