'O PSDB cria desemprego, eu crio empregos e melhoro salários', diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff, que concorre à reeleição pelo PT, afirmou nesta sexta-feira que defende o crescimento de todos os setores sociais e econômicos, destacou ter orgulho de fazer parte de um projeto que tirou 36 milhões de pessoas da miséria e criticou duramente os tempos do PSDB no comando do país.

REUTERS

17 de outubro de 2014 | 14h07

"Diante da urna vamos cotejar quem deu o que para o Brasil", disse Dilma, que disputa o segundo turno com o candidato do PSDB, Aécio Neves. "Nós não estamos aqui comparando abstrações, não estamos aqui comparando sonhos. Estamos aqui comparando o que de concreto ocorreu no Brasil."

"O PSDB cria o desemprego porque acha que precisa fazer ajustes, reduzindo empregos e salários. Eu crio empregos e melhoro salários", acrescentou a presidente durante campanha em Florianópolis.

"Criando empregos e melhorando salários, a gente abre a possibilidade de todos crescerem. No meu governo, todas as classes sociais melhoraram."

A presidente explorou o fato de Aécio ter indicado Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, para o Ministério da Fazenda caso seja eleito. Segundo Dilma, Armínio encerrou sua gestão com as "maiores taxas de juros da história".

"Ninguém conseguia comprar a prazo", disse a presidente.

Para ela, os governos do PT contruíram "um outro Brasil", mas há muito a fazer.

"Esse outro Brasil ainda tem muito a percorrer, tem imenso espaço a desenvolver", disse.

Na região Sul do país, a presidente está bem atrás de Aécio, segundo o Datafolha. Lá a petista tem 34 por cento das intenções de voto contra 53 por cento do tucano. Em todo o país, os dois estão em empate técnico, com vantagem numérica para o tucano: 45 a 43 por cento.

(Por Maria Carolima Marcello)

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