Paciente pode decidir se quer ser tratado no fim da vida

Resolução que trata dos limites terapêuticos para doentes em fase terminal, divulgada nesta quinta-feira pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), autoriza o paciente a registrar no próprio prontuário quais procedimentos médicos quer ser submetido no fim da vida, de acordo com informações da Agência Brasil.

AE, Agência Estado

30 de agosto de 2012 | 20h14

As regras estabelecem critérios para o uso de tratamentos considerados invasivos ou dolorosos em casos onde não há possibilidade de recuperação. A chamada diretiva antecipada de vontade consiste no registro do desejo do paciente em um documento, que dá suporte legal e ético para o cumprimento da orientação. O testamento vital, de acordo com o CFM, é facultativo e poderá ser feito em qualquer momento da vida - inclusive por pessoas em perfeita condição de saúde - e poderá ser modificado ou revogado a qualquer instante.

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