Santa Catarina sofre mais oito ataques criminosos

A última noite da terceira onda de atentados que atingem Santa Catarina foi menos violenta. Foram pelo menos oito ocorrências criminosas entre o final da noite de quinta-feira, 2, e a manhã desta sexta-feira, 3. A PM ainda não divulgou o balanço oficial dos ataques, que já completam uma semana. No último, divulgado às 22h de quinta, haviam 57 casos, incluindo as prisões de suspeitos com materiais inflamáveis.

TOMÁS PETERSEN, ESPECIAL PARA A AE, Estadão Conteúdo

03 de outubro de 2014 | 10h21

O primeiro caso da última noite aconteceu em Chapecó, no Oeste do Estado. Três homens invadiram um ônibus com passageiros e obrigaram todos a descer. Depois atearam fogo no veículo, que ficou completamente destruído. Os suspeitos não foram encontrados. No Meio-oeste, em Joaçaba, dois suspeitos tentaram, sem sucesso, incendiar um ônibus.

Em Camboriú, quatro homens atearam fogo num caminhão guincho que estava estacionado próximo a um quartel de bombeiros. O veículo foi completamente destruído. Segundo a polícia, o caminhão pertencia a uma empresa que não prestava serviços à prefeitura.

Em São José, a casa de um policial militar foi atacada com um coquetel molotov. Porém, o artefato explosivo não propagou fogo. Ninguém ficou ferido. Em Gaspar, no Vale do Itajaí, a casa de um PM foi alvo de disparos.

No início da madrugada desta sexta-feira, na região continental de Florianópolis, três homens atiraram nove vezes contra a casa de outro policial. Os tiros quebraram vidraças, mas não atingiram ninguém. A PM fez buscas, mas não conseguiu prender os suspeitos.

Na região Norte, houve dois ataques. Uma delegacia em Joinville foi atingida por tiros e um ônibus de turismo foi parcialmente incendiado em Rio Negrinho - os bombeiros conseguiram apagar as chamas a tempo.

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