São Paulo busca manter operação do serviço funerário

A Prefeitura de São Paulo colocou em funcionamento hoje uma operação emergencial para garantir o atendimento do Serviço Funerário Municipal às famílias que necessitem de atendimento. Em nota, a prefeitura afirmou que considera inadmissível a paralisação dos servidores do Serviço Funerário. "Não é aceitável que o cidadão que necessita dos serviços funerários em momentos tão difíceis seja penalizado por uma paralisação extemporânea e injustificada", diz o texto.

MARCELA GONSALVES, Agência Estado

21 Junho 2011 | 18h13

Os funcionários entraram em greve na manhã desta terça-feira, 21. Eles pedem aumento salarial de 39%, plano de carreira e melhores condições de trabalho. De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no Município de São Paulo (Sindsep), Irene Batista de Paula, a prefeitura tem dado aumento de 0,01% nos últimos anos. Hoje, o salário inicial dos servidores está em torno de R$ 440.

Segundo a prefeitura, no último dia 17 foi enviado à Câmara Municipal um Projeto de Lei que contempla a extensão da Gratificação de Atividade (GA) aos servidores ativos das Carreiras de Nível Básico, Nível Médio e cargos correlatos do Serviço Funerário do Município de São Paulo (SFMSP). O valor da GA em 2011 é de até 50% sobre o padrão inicial das respectivas carreiras e, a partir de 2012, passa a até 70%.

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