Sobe para 465 número de mortos por H1N1 na Argentina

As mortes causadas pela gripe H1N1 na Argentina são 465 desde maio e o grupo mais afetado é o de adultos na faixa entre 50 e 59 anos, embora o avanço da pandemia pareça ter sido estancado, informou nesta sexta-feira o Ministério da Saúde.

REUTERS

28 Agosto 2009 | 19h58

Na semana passada o número oficial de óbitos era de 439.

"Os casos continuam em queda nas últimas sete semanas. A última morte confirmada ocorreu no dia 20 deste mês", disse um comunicado emitido pelo Ministério.

Até o momento foram confirmados 8.249 casos de contaminação, segundo o Ministério.

A gripe H1N1 poderá custar à Argentina até 2,5 bilhões de dólares, segundo estimativas do setor privado, por causa da suspensão de atividades educativas e em algumas áreas da produção, além da adoção de medidas sanitárias especiais.

O surto da enfermidade, amplamente conhecida como gripe suína, teve seu epicentro no México durante a primavera no hemisfério norte e depois se expandiu com rapidez a todo o planeta.

O Brasil é o país com maior número de mortes causadas pela doença, com 557 óbitos até o dia 22 de agosto, de acordo com dados oficiais.

(Reportagem de Nicolás Misculin)

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