No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 24, Carlos Andreazza comenta sobre mais um debate a prefeitura de São Paulo que termina com agressão e violência. O candidato Pablo Marçal (PRTB) foi expulso do debate do Flow realizado na noite desta segunda-feira, 23, após atacar o prefeito Ricardo Nunes (MDB) em sua última fala. Ele teve o microfone cortado, insistiu em dizer que o prefeito será preso e foi expulso pelo mediador Carlos Tramontina. Em seguida, houve uma confusão não captada totalmente pela transmissão, mas registrada por imagens de outras pessoas que estavam no estúdio. Um assessor do prefeito, o marqueteiro Duda Lima, levou um soco no rosto e saiu sangrando. O debate foi encerrado.
Andreazza também comenta a presença de Lula na ONU. O presidente que abrirá nesta terça-feira a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, não tem a força, a disposição e o portfólio de feitos e promessas daquele Lula de 2023, que estava de volta, tinindo, para o terceiro mandato. O discurso e as cobranças serão basicamente os mesmos, mas Lula, assim como a atenção e a repercussão internacional, não.
O colunista volta a comentar a matemática fiscal extraordinária do governo. Em evento recente, Haddad foi chamado de ‘Paulo Guedes do PT’ e ouve protestos contra arcabouço na USP. Ministro fez menção a rapaz que segurava cartaz com ‘Abaixo o arcabouço’ e defendeu que houve uma evolução em relação à regra anterior, do teto de gastos.
Sobre o programa
Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira às 7h, com uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário.