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'O que se fala é de corar frade de pedra', diz Gilmar Mendes sobre Lava Jato do Rio, conduzida por Bretas

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Por Pepita Ortega, Rafael Moraes Moura, Paulo Roberto Netto, Rayssa Motta/São Paulo e Amanda Pupo/Brasília
O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio. Foto: André Dusek / Estadão

Ao apresentar seu voto no julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na condução da ação penal contra o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá, o ministro Gilmar Mendes reforçou suas críticas aos métodos da Lava Jato, atingindo não só a base da operação, em Curitiba, mas também o juízo que é responsável pelas investigações no Rio de Janeiro.

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"A tal 7ª vara do Rio de Janeiro, não sei porque o escândalo ainda não veio à tona, mas o que se fala em torno dessa vara também é de de corar frade de pedra", afirmou o magistrado, em referência à vara cujo titular é o juiz Marcelo Bretas.

Após a fala do ministro, Bretas usou a conta pessoal no Twitter para rebater as críticas. "Como Juiz Federal há mais de 23 anos, 6 dos quais como titular da 7ª Vara Federal no Rio de Janeiro, e com a consciência tranquila da lisura do trabalho ali desempenhado, nego veementemente qualquer suposta irregularidade".

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