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Aécio acusa PT de fazer 'terrorismo' sobre Bolsa Família

REUTERS

24 Agosto 2014 | 14h 21

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, acusou o PT, partido da presidente Dilma Rousseff, de fazer "terrorismo" eleitoral ao divulgar boatos de que se o tucano for eleito vai acabar com o programa Bolsa Família, um dos principais projetos sociais do atual governo.

Nos últimos dias, Aécio tratou de reservar parte da sua campanha para garantir a manutenção do programa social e até destacar que pretende ampliá-lo e aprimorá-lo, caso seja eleito presidente.

“Isso (dizer que vai acabar com o Bolsa Família) é um terrorismo implantado pelo PT e seus correligionários... uma irresponsabilidade”, disse ele a jornalistas após visita a um abrigo na cidade do Rio de Janeiro.

O candidato tucano prometeu ainda reajuste especial para as aposentadorias dos brasileiros. Um critério que o presidenciável pretende usar é levar em conta a inflação de remédios para atualizar o pagamento do benefício. Ele declarou que com uma administração sem desperdícios e com austeridade será possível atualizar as aposentadorias levando em conta também a alta dos medicamentos.

“Vamos cuidar do reajuste das aposentadorias. Governar é cuidar das pessoas e temos que ter sensibilidade para tratar dos idosos que são aqueles que mais precisam de nós”, afirmou.

“Os aposentados poderão receber um adicional que vai acompanhar os preços dos medicamentos”, completou. Os preços de remédios e serviços de saúde têm um grande peso no orçamento dos aposentados, assim como os alimentos.

Aécio tem fortalecido sua agenda no Rio de Janeiro após a morte do candidato Eduardo Campos e a confirmação de Marina Silva como cabeça de chapa pelo PSB. Em 2010, quando Marina foi candidata pelo PV, ela teve grande votação no Rio, ficando à frente do tucano José Serra, mas atrás de Dilma Rousseff.

Aécio visitou na sexta-feira um centro de reabilitação na zona sul da capital e neste domingo esteve em um abrigo na zona norte da cidade. Na segunda-feira, ele cumprirá novamente agenda no Rio, ao visitar o comércio popular do Saara, no centro, e pode ainda ir a Niterói.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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