Dólar sobe 1% e se aproxima de R$ 3,15 com temor sobre Previdência


O humor dos investidores já havia sido atingido após o governo ser derrotado na votação de urgência para a reforma trabalhista na Câmara

Por Redação
Atualização:

SÃO PAULO - O dólar fechou com alta de 1% nesta quarta-feira, 19, chegando perto do patamar de R$ 3,15, com os investidores cautelosos diante da cena política e possíveis dificuldades que o governo do presidente Michel Temer terá para aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.

O dólar avançou 1,09%, a R$ 3,1472 na venda, depois de ter batido a máxima a R$ 3,1490 no dia. O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,25% no final da tarde.

A expectativa é de que a cautela predomine nos negócios nos próximos dias Foto: Paulo Whitaker/Reuters
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"Provavelmente está caindo a ficha do mercado. Serão duas semanas de intensas negociações", comentou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti.

O governo cedeu à pressão da oposição e concordou em adiar a votação da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados para o início de maio, depois de ter colocado como objetivo começar a apreciação já na semana que vem.

A reforma da Previdência é considerada essencial para colocar as contas públicas do país em ordem. Na véspera, o governo já havia aceitado modificar pontos importantes do texto original, como idade mínima de aposentadoria para mulheres, para tentar garantir a votação da matéria.

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O humor dos investidores já havia sido atingido após o governo, na noite passada, ser derrotado na votação de urgência para a reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, considerado um "mau sinal" dentro do próprio Palácio do Planalto.

A expectativa é de que a cautela predomine nos negócios nos próximos dias, com o mercado sensível ao noticiário sobre a Previdência e diante de mais um feriado que deixará o mercado doméstico fechado na sexta-feira./REUTERS

SÃO PAULO - O dólar fechou com alta de 1% nesta quarta-feira, 19, chegando perto do patamar de R$ 3,15, com os investidores cautelosos diante da cena política e possíveis dificuldades que o governo do presidente Michel Temer terá para aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.

O dólar avançou 1,09%, a R$ 3,1472 na venda, depois de ter batido a máxima a R$ 3,1490 no dia. O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,25% no final da tarde.

A expectativa é de que a cautela predomine nos negócios nos próximos dias Foto: Paulo Whitaker/Reuters

"Provavelmente está caindo a ficha do mercado. Serão duas semanas de intensas negociações", comentou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti.

O governo cedeu à pressão da oposição e concordou em adiar a votação da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados para o início de maio, depois de ter colocado como objetivo começar a apreciação já na semana que vem.

A reforma da Previdência é considerada essencial para colocar as contas públicas do país em ordem. Na véspera, o governo já havia aceitado modificar pontos importantes do texto original, como idade mínima de aposentadoria para mulheres, para tentar garantir a votação da matéria.

O humor dos investidores já havia sido atingido após o governo, na noite passada, ser derrotado na votação de urgência para a reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, considerado um "mau sinal" dentro do próprio Palácio do Planalto.

A expectativa é de que a cautela predomine nos negócios nos próximos dias, com o mercado sensível ao noticiário sobre a Previdência e diante de mais um feriado que deixará o mercado doméstico fechado na sexta-feira./REUTERS

SÃO PAULO - O dólar fechou com alta de 1% nesta quarta-feira, 19, chegando perto do patamar de R$ 3,15, com os investidores cautelosos diante da cena política e possíveis dificuldades que o governo do presidente Michel Temer terá para aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.

O dólar avançou 1,09%, a R$ 3,1472 na venda, depois de ter batido a máxima a R$ 3,1490 no dia. O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,25% no final da tarde.

A expectativa é de que a cautela predomine nos negócios nos próximos dias Foto: Paulo Whitaker/Reuters

"Provavelmente está caindo a ficha do mercado. Serão duas semanas de intensas negociações", comentou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti.

O governo cedeu à pressão da oposição e concordou em adiar a votação da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados para o início de maio, depois de ter colocado como objetivo começar a apreciação já na semana que vem.

A reforma da Previdência é considerada essencial para colocar as contas públicas do país em ordem. Na véspera, o governo já havia aceitado modificar pontos importantes do texto original, como idade mínima de aposentadoria para mulheres, para tentar garantir a votação da matéria.

O humor dos investidores já havia sido atingido após o governo, na noite passada, ser derrotado na votação de urgência para a reforma trabalhista na Câmara dos Deputados, considerado um "mau sinal" dentro do próprio Palácio do Planalto.

A expectativa é de que a cautela predomine nos negócios nos próximos dias, com o mercado sensível ao noticiário sobre a Previdência e diante de mais um feriado que deixará o mercado doméstico fechado na sexta-feira./REUTERS

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