Chefe da inteligência militar de Israel renuncia ao cargo por ‘responsabilidade’ no ataque do Hamas


General Aharon Haliva é a primeira figura importante das forças israelenses a deixar o posto após o episódio mais letal da história de Israel

Por Redação

O chefe da inteligência militar de Israel renunciou ao cargo nesta segunda-feira, 22, depois das falhas de segurança no ataque sem precedentes do grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023. O general Aharon Haliva pediu demissão pela “responsabilidade” no ataque, tornando-se a primeira figura importante das forças israelenses a deixar o posto após o episódio mais letal da história de Israel.

Em uma carta de renúncia, Haliva assume a responsabilidade e afirma que carregará para “sempre a terrível dor da guerra”. “A divisão de inteligência sob meu comando não esteve à altura da tarefa que nos foi confiada”, afirmou Haliva. “Eu carrego aquele dia comigo desde então. Dia após dia, noite após noite. Carregarei para sempre a terrível dor da guerra”. Ele ainda pediu “uma investigação exaustiva sobre os fatores e circunstâncias” que levaram ao ataque.

Aharon Haliva (esquerda) pediu demissão da Inteligência Militar israelense, considerando-se responsável pela inação militar que não impediu o ataque do Hamas em outubro. Foto: Forças de Defesa Israelense/EFE
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Essa renúncia pode preparar o terreno para mais demissões entre os altos escalões da segurança de Israel devido ao ataque do Hamas, quando terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas, a maioria civis, enquanto tomavam aproximadamente 250 reféns em Gaza. Esse ataque desencadeou a guerra contra o Hamas em Gaza, agora no seu sétimo mês.

Embora Haliva e outros tenham aceitado a culpa por não terem conseguido impedir o ataque, outros evitaram, mais notavelmente o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, que disse que responderá a perguntas difíceis sobre o seu papel, mas não reconheceu abertamente a responsabilidade direta por permitir o desenrolar do ataque. Ele também não indicou que irá renunciar, embora um crescente movimento de protestos em Israel tem reivindicado a realização de eleições em breve.

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O líder da oposição israelense, Yair Lapid, saudou a renúncia, dizendo que era “justificada e digna”. “Seria apropriado que o primeiro-ministro Netanyahu fizesse o mesmo”, escreveu ele no X, antigo Twitter.

No dia 7 de outubro, terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas. Foto: AP Photo/Ohad Zwigenberg, arquivo

Alguns especialistas militares avaliaram, para a agência Associated Press, que as demissões num momento em que Israel está envolvido em múltiplas frentes são irresponsáveis e podem ser interpretadas como um sinal de fraqueza. Israel ainda luta contra o Hamas em Gaza e contra o Hezbollah no norte. As tensões com o Irã também estão em alta após os ataques entre os dois inimigos.

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De acordo com um comunicado divulgado pelo exército, Haliva vai deixar sua posição como chefe de inteligência e vai deixar o Exército após a nomeação de seu sucessor. Não está claro quando a indicação de um novo nome ocorrerá./Associated Press e AFP.

O chefe da inteligência militar de Israel renunciou ao cargo nesta segunda-feira, 22, depois das falhas de segurança no ataque sem precedentes do grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023. O general Aharon Haliva pediu demissão pela “responsabilidade” no ataque, tornando-se a primeira figura importante das forças israelenses a deixar o posto após o episódio mais letal da história de Israel.

Em uma carta de renúncia, Haliva assume a responsabilidade e afirma que carregará para “sempre a terrível dor da guerra”. “A divisão de inteligência sob meu comando não esteve à altura da tarefa que nos foi confiada”, afirmou Haliva. “Eu carrego aquele dia comigo desde então. Dia após dia, noite após noite. Carregarei para sempre a terrível dor da guerra”. Ele ainda pediu “uma investigação exaustiva sobre os fatores e circunstâncias” que levaram ao ataque.

Aharon Haliva (esquerda) pediu demissão da Inteligência Militar israelense, considerando-se responsável pela inação militar que não impediu o ataque do Hamas em outubro. Foto: Forças de Defesa Israelense/EFE

Essa renúncia pode preparar o terreno para mais demissões entre os altos escalões da segurança de Israel devido ao ataque do Hamas, quando terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas, a maioria civis, enquanto tomavam aproximadamente 250 reféns em Gaza. Esse ataque desencadeou a guerra contra o Hamas em Gaza, agora no seu sétimo mês.

Embora Haliva e outros tenham aceitado a culpa por não terem conseguido impedir o ataque, outros evitaram, mais notavelmente o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, que disse que responderá a perguntas difíceis sobre o seu papel, mas não reconheceu abertamente a responsabilidade direta por permitir o desenrolar do ataque. Ele também não indicou que irá renunciar, embora um crescente movimento de protestos em Israel tem reivindicado a realização de eleições em breve.

O líder da oposição israelense, Yair Lapid, saudou a renúncia, dizendo que era “justificada e digna”. “Seria apropriado que o primeiro-ministro Netanyahu fizesse o mesmo”, escreveu ele no X, antigo Twitter.

No dia 7 de outubro, terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas. Foto: AP Photo/Ohad Zwigenberg, arquivo

Alguns especialistas militares avaliaram, para a agência Associated Press, que as demissões num momento em que Israel está envolvido em múltiplas frentes são irresponsáveis e podem ser interpretadas como um sinal de fraqueza. Israel ainda luta contra o Hamas em Gaza e contra o Hezbollah no norte. As tensões com o Irã também estão em alta após os ataques entre os dois inimigos.

De acordo com um comunicado divulgado pelo exército, Haliva vai deixar sua posição como chefe de inteligência e vai deixar o Exército após a nomeação de seu sucessor. Não está claro quando a indicação de um novo nome ocorrerá./Associated Press e AFP.

O chefe da inteligência militar de Israel renunciou ao cargo nesta segunda-feira, 22, depois das falhas de segurança no ataque sem precedentes do grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023. O general Aharon Haliva pediu demissão pela “responsabilidade” no ataque, tornando-se a primeira figura importante das forças israelenses a deixar o posto após o episódio mais letal da história de Israel.

Em uma carta de renúncia, Haliva assume a responsabilidade e afirma que carregará para “sempre a terrível dor da guerra”. “A divisão de inteligência sob meu comando não esteve à altura da tarefa que nos foi confiada”, afirmou Haliva. “Eu carrego aquele dia comigo desde então. Dia após dia, noite após noite. Carregarei para sempre a terrível dor da guerra”. Ele ainda pediu “uma investigação exaustiva sobre os fatores e circunstâncias” que levaram ao ataque.

Aharon Haliva (esquerda) pediu demissão da Inteligência Militar israelense, considerando-se responsável pela inação militar que não impediu o ataque do Hamas em outubro. Foto: Forças de Defesa Israelense/EFE

Essa renúncia pode preparar o terreno para mais demissões entre os altos escalões da segurança de Israel devido ao ataque do Hamas, quando terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas, a maioria civis, enquanto tomavam aproximadamente 250 reféns em Gaza. Esse ataque desencadeou a guerra contra o Hamas em Gaza, agora no seu sétimo mês.

Embora Haliva e outros tenham aceitado a culpa por não terem conseguido impedir o ataque, outros evitaram, mais notavelmente o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, que disse que responderá a perguntas difíceis sobre o seu papel, mas não reconheceu abertamente a responsabilidade direta por permitir o desenrolar do ataque. Ele também não indicou que irá renunciar, embora um crescente movimento de protestos em Israel tem reivindicado a realização de eleições em breve.

O líder da oposição israelense, Yair Lapid, saudou a renúncia, dizendo que era “justificada e digna”. “Seria apropriado que o primeiro-ministro Netanyahu fizesse o mesmo”, escreveu ele no X, antigo Twitter.

No dia 7 de outubro, terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas. Foto: AP Photo/Ohad Zwigenberg, arquivo

Alguns especialistas militares avaliaram, para a agência Associated Press, que as demissões num momento em que Israel está envolvido em múltiplas frentes são irresponsáveis e podem ser interpretadas como um sinal de fraqueza. Israel ainda luta contra o Hamas em Gaza e contra o Hezbollah no norte. As tensões com o Irã também estão em alta após os ataques entre os dois inimigos.

De acordo com um comunicado divulgado pelo exército, Haliva vai deixar sua posição como chefe de inteligência e vai deixar o Exército após a nomeação de seu sucessor. Não está claro quando a indicação de um novo nome ocorrerá./Associated Press e AFP.

O chefe da inteligência militar de Israel renunciou ao cargo nesta segunda-feira, 22, depois das falhas de segurança no ataque sem precedentes do grupo terrorista Hamas em 7 de outubro de 2023. O general Aharon Haliva pediu demissão pela “responsabilidade” no ataque, tornando-se a primeira figura importante das forças israelenses a deixar o posto após o episódio mais letal da história de Israel.

Em uma carta de renúncia, Haliva assume a responsabilidade e afirma que carregará para “sempre a terrível dor da guerra”. “A divisão de inteligência sob meu comando não esteve à altura da tarefa que nos foi confiada”, afirmou Haliva. “Eu carrego aquele dia comigo desde então. Dia após dia, noite após noite. Carregarei para sempre a terrível dor da guerra”. Ele ainda pediu “uma investigação exaustiva sobre os fatores e circunstâncias” que levaram ao ataque.

Aharon Haliva (esquerda) pediu demissão da Inteligência Militar israelense, considerando-se responsável pela inação militar que não impediu o ataque do Hamas em outubro. Foto: Forças de Defesa Israelense/EFE

Essa renúncia pode preparar o terreno para mais demissões entre os altos escalões da segurança de Israel devido ao ataque do Hamas, quando terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas, a maioria civis, enquanto tomavam aproximadamente 250 reféns em Gaza. Esse ataque desencadeou a guerra contra o Hamas em Gaza, agora no seu sétimo mês.

Embora Haliva e outros tenham aceitado a culpa por não terem conseguido impedir o ataque, outros evitaram, mais notavelmente o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, que disse que responderá a perguntas difíceis sobre o seu papel, mas não reconheceu abertamente a responsabilidade direta por permitir o desenrolar do ataque. Ele também não indicou que irá renunciar, embora um crescente movimento de protestos em Israel tem reivindicado a realização de eleições em breve.

O líder da oposição israelense, Yair Lapid, saudou a renúncia, dizendo que era “justificada e digna”. “Seria apropriado que o primeiro-ministro Netanyahu fizesse o mesmo”, escreveu ele no X, antigo Twitter.

No dia 7 de outubro, terroristas explodiram as defesas da fronteira de Israel, atacaram comunidades israelenses por horas e mataram 1,2 mil pessoas. Foto: AP Photo/Ohad Zwigenberg, arquivo

Alguns especialistas militares avaliaram, para a agência Associated Press, que as demissões num momento em que Israel está envolvido em múltiplas frentes são irresponsáveis e podem ser interpretadas como um sinal de fraqueza. Israel ainda luta contra o Hamas em Gaza e contra o Hezbollah no norte. As tensões com o Irã também estão em alta após os ataques entre os dois inimigos.

De acordo com um comunicado divulgado pelo exército, Haliva vai deixar sua posição como chefe de inteligência e vai deixar o Exército após a nomeação de seu sucessor. Não está claro quando a indicação de um novo nome ocorrerá./Associated Press e AFP.

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