Turquia vai ajudar na busca por corpos nas ruínas da Faixa de Gaza


Mais de 80 socorristas do grupo especializado Afad foram enviados para a região pelo governo turco

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Entenda na coluna de Rodrigo da Silva o motivo de uma uma tira de terra na fronteira de Israel com o Egito ser o maior empecilho para a paz no Oriente Médio

A Turquia vai ajudar nas buscas por corpos soterrados nas ruínas da Faixa de Gaza enviando uma equipe especializada, de acordo com fontes do Ministério da Defesa turco ouvidas pela Agência France-Presse (AFP) nesta quinta-feira, 16. A decisão foi tomada após entrar em vigor um acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas, que controla o território.

Segundo as fontes turcas, a busca será liderada por socorristas da Afad, agência de gestão de desastres e emergências. Uma autoridade da Turquia ouvida pela agência afirmou que “81 membros da Afad já estão no local, sob coordenação do Ministério das Relações Exteriores”.

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Os socorristas da Afad estão acostumados a intervir em terrenos difíceis e aos inúmeros terremotos que abalaram a Turquia, como o de fevereiro de 2023 no sudeste do país, que causou pelo menos 53 mil mortes.

Nos últimos anos, a Afad afirma ter realizado missões de resgate e ajuda humanitária em mais de 50 países em cinco continentes, incluindo Somália, Territórios Palestinos, Equador, Filipinas, Nepal, Iêmen, Moçambique e Chade.

Palestinos deslocados caminham por uma área cercada por prédios destruídos na região da Faixa de Gaza. Foto: Jehad Alshrafi/AP
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Cessar-fogo em Gaza

O cessar-fogo em Gaza entrou em vigor na manhã da sexta-feira, 10, depois que Israel e o grupo terrorista Hamas concordaram com a primeira fase do plano de paz com 20 pontos mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As próximas fases ainda serão negociadas.

Entre os pontos do acordo, o governo israelense e o grupo terrorista se comprometeram a libertar prisioneiros e reféns, além da entrega de restos mortais de vítimas.

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Os últimos 20 reféns vivos do sequestro de 7 de outubro de 2023 foram libertados na segunda-feira, 13, pelo grupo terrorista Hamas. Nas últimas 48 horas, o grupo também devolveu oito dos 28 cadáveres previstos.

Na noite de quarta-feira, 15, o grupo terrorista que entregou todos os corpos de reféns israelenses que conseguiu recuperar. Em um comunicado, o Hamas diz que precisa de equipamento adicional para recuperar os restos mortais dos outros 19 sequestrados.

A situação colocou o cessar-fogo na Faixa de Gaza em xeque, já que membros do gabinete do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, estão pedindo o retorno aos combates.

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O conflito mais recente na região foi desencadeado pelos ataques do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023. Na ocasião, cerca de 1,2 mil pessoas foram mortas e outras 251 feitas reféns. Conforme o Ministério da Saúde de Gaza, comandado pelo grupo terrorista Hamas, ao menos 58 mil palestinos morreram no conflito. /Com informações da AFP

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Entenda na coluna de Rodrigo da Silva o motivo de uma uma tira de terra na fronteira de Israel com o Egito ser o maior empecilho para a paz no Oriente Médio

A Turquia vai ajudar nas buscas por corpos soterrados nas ruínas da Faixa de Gaza enviando uma equipe especializada, de acordo com fontes do Ministério da Defesa turco ouvidas pela Agência France-Presse (AFP) nesta quinta-feira, 16. A decisão foi tomada após entrar em vigor um acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas, que controla o território.

Segundo as fontes turcas, a busca será liderada por socorristas da Afad, agência de gestão de desastres e emergências. Uma autoridade da Turquia ouvida pela agência afirmou que “81 membros da Afad já estão no local, sob coordenação do Ministério das Relações Exteriores”.

Os socorristas da Afad estão acostumados a intervir em terrenos difíceis e aos inúmeros terremotos que abalaram a Turquia, como o de fevereiro de 2023 no sudeste do país, que causou pelo menos 53 mil mortes.

Nos últimos anos, a Afad afirma ter realizado missões de resgate e ajuda humanitária em mais de 50 países em cinco continentes, incluindo Somália, Territórios Palestinos, Equador, Filipinas, Nepal, Iêmen, Moçambique e Chade.

Palestinos deslocados caminham por uma área cercada por prédios destruídos na região da Faixa de Gaza. Foto: Jehad Alshrafi/AP

Cessar-fogo em Gaza

O cessar-fogo em Gaza entrou em vigor na manhã da sexta-feira, 10, depois que Israel e o grupo terrorista Hamas concordaram com a primeira fase do plano de paz com 20 pontos mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As próximas fases ainda serão negociadas.

Entre os pontos do acordo, o governo israelense e o grupo terrorista se comprometeram a libertar prisioneiros e reféns, além da entrega de restos mortais de vítimas.

Os últimos 20 reféns vivos do sequestro de 7 de outubro de 2023 foram libertados na segunda-feira, 13, pelo grupo terrorista Hamas. Nas últimas 48 horas, o grupo também devolveu oito dos 28 cadáveres previstos.

Na noite de quarta-feira, 15, o grupo terrorista que entregou todos os corpos de reféns israelenses que conseguiu recuperar. Em um comunicado, o Hamas diz que precisa de equipamento adicional para recuperar os restos mortais dos outros 19 sequestrados.

A situação colocou o cessar-fogo na Faixa de Gaza em xeque, já que membros do gabinete do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, estão pedindo o retorno aos combates.

O conflito mais recente na região foi desencadeado pelos ataques do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023. Na ocasião, cerca de 1,2 mil pessoas foram mortas e outras 251 feitas reféns. Conforme o Ministério da Saúde de Gaza, comandado pelo grupo terrorista Hamas, ao menos 58 mil palestinos morreram no conflito. /Com informações da AFP

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Entenda na coluna de Rodrigo da Silva o motivo de uma uma tira de terra na fronteira de Israel com o Egito ser o maior empecilho para a paz no Oriente Médio

A Turquia vai ajudar nas buscas por corpos soterrados nas ruínas da Faixa de Gaza enviando uma equipe especializada, de acordo com fontes do Ministério da Defesa turco ouvidas pela Agência France-Presse (AFP) nesta quinta-feira, 16. A decisão foi tomada após entrar em vigor um acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista Hamas, que controla o território.

Segundo as fontes turcas, a busca será liderada por socorristas da Afad, agência de gestão de desastres e emergências. Uma autoridade da Turquia ouvida pela agência afirmou que “81 membros da Afad já estão no local, sob coordenação do Ministério das Relações Exteriores”.

Os socorristas da Afad estão acostumados a intervir em terrenos difíceis e aos inúmeros terremotos que abalaram a Turquia, como o de fevereiro de 2023 no sudeste do país, que causou pelo menos 53 mil mortes.

Nos últimos anos, a Afad afirma ter realizado missões de resgate e ajuda humanitária em mais de 50 países em cinco continentes, incluindo Somália, Territórios Palestinos, Equador, Filipinas, Nepal, Iêmen, Moçambique e Chade.

Palestinos deslocados caminham por uma área cercada por prédios destruídos na região da Faixa de Gaza. Foto: Jehad Alshrafi/AP

Cessar-fogo em Gaza

O cessar-fogo em Gaza entrou em vigor na manhã da sexta-feira, 10, depois que Israel e o grupo terrorista Hamas concordaram com a primeira fase do plano de paz com 20 pontos mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As próximas fases ainda serão negociadas.

Entre os pontos do acordo, o governo israelense e o grupo terrorista se comprometeram a libertar prisioneiros e reféns, além da entrega de restos mortais de vítimas.

Os últimos 20 reféns vivos do sequestro de 7 de outubro de 2023 foram libertados na segunda-feira, 13, pelo grupo terrorista Hamas. Nas últimas 48 horas, o grupo também devolveu oito dos 28 cadáveres previstos.

Na noite de quarta-feira, 15, o grupo terrorista que entregou todos os corpos de reféns israelenses que conseguiu recuperar. Em um comunicado, o Hamas diz que precisa de equipamento adicional para recuperar os restos mortais dos outros 19 sequestrados.

A situação colocou o cessar-fogo na Faixa de Gaza em xeque, já que membros do gabinete do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, estão pedindo o retorno aos combates.

O conflito mais recente na região foi desencadeado pelos ataques do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023. Na ocasião, cerca de 1,2 mil pessoas foram mortas e outras 251 feitas reféns. Conforme o Ministério da Saúde de Gaza, comandado pelo grupo terrorista Hamas, ao menos 58 mil palestinos morreram no conflito. /Com informações da AFP

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