A Azul reportou um prejuízo líquido ajustado de R$ 1,070 bilhão no segundo trimestre de 2026, piorando 125,1% em relação ao mesmo período de 2025. O Ebitda caiu 55,4%, atingindo R$ 510,1 milhões, com margem de 10,2%. A receita líquida cresceu 0,7%, totalizando R$ 4,978 bilhões. A receita de passageiros caiu 0,4%, enquanto a de cargas subiu 15,1%. A dívida líquida foi de R$ 18,7 bilhões, com alavancagem de 3 vezes. O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 882,2 milhões.
A Azul registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 1,070 bilhão no segundo trimestre deste ano, uma piora de 125,1% em relação ao prejuízo reportado em igual período de 2025. O resultado líquido, que exclui os direitos de conversão relacionados às debêntures conversíveis reconhecidos no segundo trimestre, ficou negativo em R$ 1,041 bilhão, ante resultado positivo de R$ 1,293 bilhão no mesmo trimestre de 2025.
O Ebitda recuou 55,4% na mesma base comparativa, atingindo R$ 510,1 milhões. A margem Ebitda ficou em 10,2%, queda de 12,9 pontos porcentuais. O resultado operacional ficou negativo em R$ 159,1 milhões, ante resultado positivo de R$ 380 milhões um ano antes. Já a receita líquida somou R$ 4,978 bilhões, 0,7% acima do segundo trimestre de 2025.

A receita com transporte de passageiros, por sua vez, teve queda de 0,4%, somando R$ 4,56 bilhões, enquanto a de linha de cargas e outras receitas subiu 15,1%, para R$ 418,1 milhões.
O resultado financeiro líquido da Azul ao final de junho ficou negativo em R$ 882,2 milhões, ante resultado positivo de R$ 913,5 milhões um ano antes. A dívida líquida com recebíveis de cartão de crédito foi de R$ 18,7 bilhões, alta de 11,1% frente ao primeiro trimestre e queda de 41,8% frente ao segundo trimestre de 2025.
A Azul fechou o segundo trimestre com uma alavancagem, medida por dívida líquida sobre Ebitda com recebíveis de cartão de crédito, de 3 vezes. No primeiro trimestre, o indicador estava em 2,4 vezes e um ano antes, em -2,3 vezes.