Campanha arrecada fundos para ajudar refugiados durante pandemia do coronavírus

Instituto Adus cria plataforma de crowdfunding para doações, que serão revertidas em cartões alimentação para estrangeiros

PUBLICIDADE

Por Camila Tuchlinski
2 min de leitura
Refugiados precisam de ajuda durante pandemia do novo coronavírus. Foto: Instagram/Adus/ACNUR/ Felipe Irnaldo

O Comitê Nacional para Refugiados (Conare) contabiliza quase 40 mil estrangeiros reconhecidos no Brasil. Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o aumento do desemprego e a escassez de oportunidades para os autônomos colocaram muitas famílias em situação de vulnerabilidade.  Por isso, o Instituto Adus, que já atendeu mais de 10 mil pessoas de 65 países em dez anos de atuação, criou uma campanha para arrecadação de fundos com o objetivo de destinar a verba para a compra de alimentos e itens essenciais para amenizar os impactos da crise.  “Nossa meta é arrecadar R$ 30 mil, valor que irá auxiliar cem famílias de refugiados, que receberão R$ 300,00 cada por meio de cartões alimentação doados pela Sodexo”, explica Marcelo Haydu, fundador e diretor do Instituto Adus. As contribuições podem ser a partir de R$10 e serão recebidas até o dia 27 de maio. Para colaborar e ter mais informações, basta acessar a plataforma de crowdfunding. “Doar agora pode ser a chance de mudar a vida de uma família inteira, ajudando-a a atravessar esse período de pandemia”, afirma Haydu.

Assista ao vídeo:

Sobre o Instituto Adus

Fundado em 2010, o Adus, Instituto de Reintegração do Refugiado, já auxiliou mais de cinco mil pessoas em situação de refúgio a reconstruírem suas vidas no Brasil. O Instituto oferece aulas de português, cursos de qualificação profissional, inclusão no mercado de trabalho, entre outros projetos.  Em 2016, a entidade criou uma escola de idiomas, o Mente Aberta, que oferece cursos de inglês, francês e espanhol, ministrados por professores refugiados, falantes nativos das línguas. Para conhecer o Adus e colaborar com a causa do refúgio, acesse o site.

Continua após a publicidade

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.