PUBLICIDADE

Alfonso Herrera critica exploração contratual com o RBD: ‘A emissora não foi justa’

Ator é o único membro do grupo que não participará da turnê ‘Soy Rebelde’; ele afirmou que deseja que os colegas sejam pagos de forma justa pelo reencontro

Foto do author Redação
Por Redação

Alfonso Herrera, o Miguel Arango de Rebelde, voltou a criticar a forma como a emissora mexicana Televisa tratou ele e os colegas da novela durante o período de exibição e auge do grupo.

PUBLICIDADE

O ator é o único membro do RBD que não participará da turnê Soy Rebelde, que vai reunir a banda em shows pela América do Norte e América do Sul. Em entrevista à edição mexicana do jornal El País, ele foi questionado sobre a decisão.

“Estou muito feliz com os projetos que tenho no momento e onde tenho energia agora. Sei que esse projeto [os novos shows do RBD] será um sucesso estrondoso e só desejo felicidades para eles”, disse.

Ele continuou, citando o desejo de seu colegas sejam pagos de forma justa pela turnê: “A certa altura, uma revista noticiou que eu tinha pedido uma quantia exagerada de dinheiro para voltar [para a banda] e o que digo é que é melhor eles os pagarem por toda a porcaria em que se meteram durante tantos anos. Não tem nada a ver com dinheiro, tem a ver com o que é justo”.

Alfonso Herrera com colegas do RBD em premiação em julho de 2008. Foto: Hans Deryk/Reuters

Explicando o que queria dizer com “justo”, Herrera citou as insatisfações que sentia com o contrato que assinou na época em que começou a protagonizar Rebelde. Segundo ele, a Televisa não pagava o suficiente pelo tanto que lucrava com a imagem dos atores.

“Foi difícil, porque nós assinamos um contrato em que cedemos os direitos do personagem, da imagem do personagem e de tudo que foi explorado em termos de merchandising, nós não vimos um único peso”, lembrou.

“Eu tinha 23 ou 24 anos e via a cara dos meus colegas e a minha cara em todos os mercados vendendo biscoitos, chicletes, sucos, cadernos, tênis, lápis e nada. A emissora de televisão dona desse projeto não foi justa e não é uma questão de dinheiro, volto a dizer, tem a ver com uma questão de trabalho”, completou.

Publicidade

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.