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Bastidores e negócios do mundo do esporte

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82, 94 e 2025: Ancelotti comenta capas icônicas do Estadão e relembra momentos marcantes da Copa

Técnico da seleção concedeu entrevista exclusiva à coluna

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Foto do autor Marcel Rizzo

Ancelotti fala sobre Neymar, culinária e cinema em exclusiva ao Estadão

Técnico da seleção brasileira recebeu o Estadão direto do museu da CBF, no Rio de Janeiro. Crédito: TV Estadão

Em entrevista exclusiva ao Estadão, Carlo Ancelotti revisitou momentos marcantes da história das Copas do Mundo e falou sobre a importância de assumir a seleção brasileira. O treinador comentou três capas históricas do jornal, que em 2025 celebra 150 anos.

EMBARGADO EXCLUSIVO PKBRA 25/08/2025 - ENTREVISTA/ANCELOTTI - O técnico da Seleção Brasileira Carlo Ancelotti , durante entrevista exclusiva na sede da CBF , oeste do Rio de Janeiro. Foto Pedro Kirilos/Estadão  Foto: Pedro Kirilos

A primeira, do Jornal da Tarde, do Grupo Estado, é a famosa capa de 5 de julho de 1982 com a icônica foto de um garoto chorando, que se tornou símbolo da derrota brasileira naquele Mundial. A seleção de Zico, Falcão e Sócrates perdeu por 3 a 2 da Itália, na tragédia de Sarriá (o estádio da partida em Barcelona, na Espanha) e ficou fora da semifinal.

 Foto: Estadão

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“Um recordação fantástica porque ninguém na Itália pensava que podia ganhar o Mundial. Começaram a acreditar quando ganharam do Brasil em 5 de julho”, disse Ancelotti, destacando o impacto emocional que aquela partida teve tanto para italianos quanto para brasileiros.

Ancelotti também lembrou a Copa de 1994, quando atuava como assistente de Arrigo Sacchi na Itália vice-campeã, derrotada pelo Brasil na final de 17 de julho nos Estados Unidos. Para ele, aquele torneio apresentou desafios inesperados. “O grupo estava contente por jogar a final, porque aquele Mundial foi muito complicado. Perdemos o primeiro jogo contra a Irlanda e tivemos muitas dificuldades”, relembrou Ancelotti.

Capa do Estadão em 18/7/1994, na conquista do tetra Foto: Estadão

“Chegar à final foi muito bom. Depois, o Brasil ganhou nos pênaltis, apesar de termos falhado dois, não foi Taffarel que pegou”, brincou Ancelotti, sobre os chutes para fora de Baresi e Baggio. Taffarel, hoje preparador de goleiros de Ancelotti na seleção brasileira, defendeu o chute de Massaro.

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Por fim, Ancelotti comentou sobre a capa mais recente, de 27 de maio de 2025, que mostra sua chegada à seleção brasileira.

Capa do Estadão em 27/5/2025 Foto: Estadão

“Ser treinador da equipe nacional do Brasil é muito motivante. Creio que seja um dos momentos mais importantes da minha carreira”, afirmou. Para ele, trabalhar com atletas brasileiros e estar à frente da equipe representa não apenas um desafio técnico, mas a oportunidade de contribuir para a evolução do futebol nacional.