Até onde Palmeiras, Botafogo, Flamengo e Fluminense vão no mundial? Veja previsões de Mauro Beting
Times brasileiros estão na disputa da Copa do Mundo de Clubes nos Estados Unidos. Crédito: Mauro Beting e João Abel / Estadão
O Palmeiras venceu o Al-Ahly por 2 a 0 e superou mais uma vez o feriado de “Antiporcos Tristes” com a sabedoria de Abel Ferreira para montar equipes para cada jogo e torneio. Ou para cada tempo de partida.
A escalação inicial tinha um quarteto ofensivo que o Palmeiras não escalava junto desde o 1 a 0 contra o Cerro Porteño, em abril. Estêvão é Facundo abertos, com Ríos chegando mais, Veiga pouco atrás de Vitor Roque. Não rolou no calor de Nova Jersey.
Se o Al-Ahly pouco fez, o Palmeiras teve três lances perigosos (um sensacional com Estêvão) e só. Além da entrada dura de Veiga que era vermelho até o VAR corrigir o árbitro e mostrar o amarelo devido, aos 36.

No intervalo, a mexida feliz do português: Mauricio por Veiga, Flaco López por Vítor Hugo. O Palmeiras estava melhor, López chegou tarde na primeira bola perigosa, até ganhar em bobagem dupla da má bateria antiaérea egípcia o primeiro gol contra, aos 3 minutos. E, na sequência, aos 13, Mauricio achar Flaco naquelas arrancadas que o artilheiro argentino costuma errar. Mas que ele fez com categoria e frieza um belo e merecido gol palmeirense.
Leia também
López fez até chover em Nova Jersey. Ao menos o alerta climático na sequência paralisou mais um jogo no Mundial. Mas não esfriou o clima do Palmeiras e do palmeirense que mais uma vez fazia linda festa no MetLife.
Do filho do vento Euller ao filho da tempestade Flaco, o Palmeiras fez o dever da nova casa alviverde nos Estados Unidos com sabedoria e bom futebol no segundo tempo. Tem bola para ser o primeiro do grupo.





