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Após resultados ruins, governo discute mudanças no leilão de linhas de transmissão

No leilão realizado no último dia 18, o governo contratou apenas 1.862 km dos 4.127 km em linhas ofertadas

Eduardo Rodrigues, O Estado de S.Paulo

25 Novembro 2015 | 11h30

BRASÍLIA - O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata, reiterou que o governo está discutindo aperfeiçoamentos nos processos de leilão de linhas de transmissão, após os resultados ruins dos últimos dois certames. No leilão realizado no último dia 18, o governo contratou apenas 1.862 km dos 4.127 km em linhas ofertadas.

"Nos últimos dois leilões, não tivemos os resultados que esperávamos. Estamos identificando quais aperfeiçoamentos precisamos fazer nos processos de leilão para voltarmos a ter o sucesso dos últimos anos, quando todos os lotes eram arrematados com ágios bastante fortes", afirmou, em audiência pública na Comissão de Infraestrutura do Senado.

Barata aproveitou para agradecer aos parlamentares a aprovação pelo Senado na noite de ontem da conversão em lei da Medida Provisória 688, que tratava da repactuação do risco hidrológico e permitia ao governo cobrar outorgas no leilão de usinas hidrelétricas cujas concessões já venceram. 

O leilão dessas usinas começou às 10h desta quarta-feira, e o governo federal já garantiu o recebimento de R$ 13,8 bilhões com o pagamento de outorga das usinas Jupiá e Ilha Solteira pela empresa chinesa China Three Gorges (CTG). o governo espera arrecadar R$ 17 bilhões no certame.

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