Cartas

SEM RECURSOS

, O Estadao de S.Paulo

28 Dezembro 2009 | 00h00

A última piada (política) do ano: o ex-diretor de Recursos Humanos do Senado João Carlos Zoghbi, demitido por corrupção (R$ 3 milhões recebidos por ele, a mulher e o filho a título de comissão em negócios escusos dentro do Senado), está agora pleiteando no Supremo Tribunal Federal (STF) o cancelamento de sua demissão. Vergonhosamente, ele também tenta obter a concessão do benefício da Justiça gratuita, alegando não ter recurso pecuniário para arcar com os custos do processo. Que deslavada mentira, que repugnante falta de caráter. Basta esse último pedido para qualificar o ilustre ex-diretor do Senado como um autêntico cara de pau e que o processo de readmissão seja indeferido in limine litis.

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

Zoghbi não tem recursos e anda com um advogado a tiracolo? Alguém conhece algum advogado no Brasil que trabalhe de graça, principalmente para "mensaleiros", tendo como mestre Márcio Thomaz Bastos, que reina acima do Supremo? E por coincidência é prata do home? Eta ditadura difícil de entender...

Ariovaldo Batista arioba06@hotmail.com

São Paulo

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MICO

O Supremo Tribunal Eleitoral de Honduras declarou oficialmente Porfirio Lobo presidente eleito daquele país. A posse será em 27 de janeiro de 2010. Lobo somou 1.213.695 votos, 56,56%. A forma intransigente do Brasil acerca do golpe dado por Zelaya evidencia o fracasso da diplomacia brasileira. Que mico!

Luciana Lins lucianavlins@hotmail.com

Campinas

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FESTA NA EMBAIXADA

A embaixada brasileira em Honduras, que já abriga por sete meses o ex-presidente do país Manoel Zelaya e sua trupe, agora serve também de palco para que Zelaya exiba seus dotes musicais, cantando músicas acompanhadas do seu violão. Aos poucos ele vai realizando seu sonho de posse perpétua do imóvel, com a complacência do governo brasileiro. Parabéns ao chanceler Celso Amorim e ao assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio "top-top" Garcia, pela competência demonstrada na formulação de nossa política externa nos últimos anos.

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

Na casa da mãe joana, ou melhor, na embaixada do Brasil em Tegucigalpa, o senhor Zelaya, hóspede oficial do presidente Lula, passou o Natal comendo e bebendo a custa dos filhos pobres desse sacrificado Brasil. E de chofre o bon vivant posou para a mídia internacional tocando violão perto da árvore de Natal erguida em sua homenagem. Esperamos que, para a Páscoa, o violeiro das multidões oprimidas vá cantar para os coelhinhos em outras freguesias.

Roberto Stavale bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

Agora que ficou claro e comprovado que as embaixadas brasileiras possuem fins hoteleiros - vide o projeto piloto de Tegucigalpa - e oferecem hospedagem gratuita, aviso de antemão ao Itamaraty que me agradam muito o Palácio Pamphilj, em Roma, e o palacete Schneider, em Paris.

Frederico D"ávila fredericobdavila@hotmail.com

São Paulo

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CENSURA, 150 DIAS

Como leitor e assinante do jornal Estado, espero que em janeiro de 2010 eu seja agraciado com uma página especial que conte em detalhes a história do "boi barrica". Creio que, como eu, milhões de leitores por este país também estejam ansiosos para conhecer essa história...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Osasco

A carta desistência de Fernando Sarney tem jeitão de "carta marcada".

A. Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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BAJULAÇÃO

A França continua linda, mas a eleição do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, como a personalidade do ano pelo jornal francês Le Monde só pode ser entendida como bajulação de Sarkozy. Se ele sabe o que é o Brasil e como age o "parceiro" de feiras e travessuras, só pode estar a brincar com a realidade.

A ver a conclusão dos negócios futuros...

Ronaldo Parisi rparisi@uol.com.br

São Paulo

A essa altura, o mandatário francês deve estar esfregando as mãos de alegria, aguardando a conclusão da venda dos 36 caças Rafale ao Brasil. Se ele acertar, que baita presentão... à França!

Paulo Von Zuben paulo.vonzuben@terra.com.br

Vinhedo

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''Viva Odorico, digo, Lula!"

Luiz Nusbaum

lnusbaum@uol.com.br

São Paulo

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POPULARIDADE E ELEIÇÃO

Só temos a lamentar que o representante do Executivo brasileiro tenha tanta popularidade, mas a use para burlar as leis eleitorais, sem resposta concreta da Justiça Eleitoral. Há muito está em campo a campanha eleitoral da candidata de Lulla, e já podemos antever o que nos espera para o ano-novo: pouco trabalho, leis burladas, muitas viagens, muito blablablá e, o que é mais sério, muito dinheiro dos impostos desperdiçado como pérolas aos porcos.

Leila E. Leitão

São Paulo

Para Lula, não basta a popularidade, sua disposição é chegar à posição de mito. O almoço com catadores de papel em São Paulo, às vésperas do Natal, não foi por acaso - além de propaganda política antecipada, extrapolou costumeiros atos populistas. O encontro pareceu a cerimônia do lava-pés, realizada durante a Semana Santa.

Noel Gonçalves Cerqueira noelcerqueira@gmail.com

Guarujá

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LUZ NO FIM DO TÚNEL

A criação da Declaração de Serviços Médicos (Dmed), mais a Medida Provisória (MP) 472 e as declarações do subsecretário de Fiscalização da Receita Federal, Marcos Vinícius Neder, publicada no jornal O Estado de S. Paulo de 24/12 (B1), representam uma grande esperança para os idosos que se encontram em procedimento de malha por vários anos, com a alegação da Receita de "possível inconsistência no valor de despesas médicas". De um modo geral, encontram-se nessa situação vários idosos que tiveram e continuam tendo despesas médicas elevadas. Com essas medidas anunciadas e a promessa do subsecretário de melhorar o serviço, punindo os que fraudam e liberando os que realmente possuem despesas médicas elevadas, esperam os idosos que a Receita Federal separe o idoso fraudador (mau caráter também envelhece) daquele que por infelicidade tem despesas médicas elevadas e, só por isso, além dos gastos, sofre espiritualmente e mentalmente por vários anos esperando pelo aviso para então levar os comprovantes originais a uma determinada unidade da Receita. Só o fato de a Receita usar o termo "possível inconsistência" já contraria os artigos 2.º e 4.º do Estatuto do Idoso. Todavia, considerando a complexidade para o processamento de milhões de declarações, entre as quais existem fraudadores e não fraudadores, não acredito em má-fé da Receita e acho até que, pelas últimas providências, em breve o idoso mau caráter será punido e o bom caráter, contemplado. Essa é a nossa esperança.

Rubens Stock rsstock@uol.com.br

São Paulo

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BOAS-FESTAS

O Estado agradece e retribui os votos de boas-festas e próspero ano-novo de Daniel Caetano Cestari, Ecad - Direitos Autorais, Edison Rodrigues Filho, João Crestana - presidente do Secovi-SP, José Eduardo Coelho, Marco Antônio, Luíza Angelica da Silva Loureiro e família, Mauricio Avellar de Azevedo Marques, Reynaldo Farah Simony, Roberto Moreira da Silva, Roberto Castiglioni, Ronaldo Parisi e Salão Internacional do Automóvel.

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