Depoimento de taxista sobre sócios mortos no Rio frustra a polícia

As vítimas de São Paulo sumiram após desembarcar no Aeroporto Santos Dumont, no último dia 5; os corpos já foram encontrados

Marcelo Gomes - Agência Estado,

17 de agosto de 2012 | 20h21

RIO DE JANEIRO - Considerado fundamental pela Polícia Civil do Rio para desvendar os assassinatos do empresário Fernando Marcionílio dos Anjos, de 42 anos, e de sua sócia Mônica Pett, de 38, o depoimento de um motorista do táxi frustrou os investigadores.

O homem havia levado os dois do Aeroporto Santos Dumont ao Jockey Club, na zona sul, no dia 5, quando eles foram vistos vivos pela última vez. Mas ele não lembra de nada anormal.

Segundo a polícia, Anjos, Mônica e outros quatro sócios eram donos de um cavalo chamado Doctor Stoke, que participou da corrida do dia 5. Em depoimento, a mulher do empresário, Sandra dos Santos Santana, de 34 anos, disse não que sabia que o marido era proprietário do animal.

O corpo de Fernando foi encontrado no dia 6 em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, mas só foi identificado na quinta-feira. O local é perto de onde foi encontrado, no mesmo dia, o corpo de Mônica, em Vigário Geral, zona norte do Rio.

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