Federais em greve dão início a assembleias

Universidades federais em greve há mais de dois meses começam hoje a fazer assembleias para definir a estratégia que será adotada diante da decisão do governo de interromper as negociações com o movimento.

LÍGIA FORMENTI / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

03 de agosto de 2012 | 03h05

Ontem, o comando nacional da greve preparou um documento defendendo que as unidades mantenham a paralisação, recusem a proposta do governo - que prevê reajuste salarial de 25% a 40% até 2015 e um plano de carreira com 13 níveis - e reivindiquem a retomada das negociações. A expectativa é que todas as universidades paradas se manifestem até quarta-feira, disse Marinalva Oliveira, presidente do Andes, sindicato que representa os docentes de 49 das 57 universidades em greve (de um total de 59).

O secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Amaro Lins, disse ontem acreditar que o movimento começou a perder força e nos próximos dias unidades retomarão as atividades.

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