Mutirão na cracolândia de SP registra 18 internações

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta quinta-feira que foram feitas 18 internações de dependentes nos três primeiros dias do programa de internação compulsória de usuários de drogas na cracolândia, no centro de São Paulo. Ao todo, também houve 257 acolhimentos.

CAIO DO VALLE, Agência Estado

24 de janeiro de 2013 | 16h18

O dia com o maior número de atendimentos foi a quarta-feira (23). "(Foram) 48 ligações, 47 acolhimentos e 11 internações, três involuntárias, uma compulsória e sete voluntárias", afirmou Alckmin, durante entrega de trens em Osasco, na Grande São Paulo.

A Internação involuntária é feita a pedido da família, mesmo contra o desejo do dependente químico, após avaliação de médicos. O Ministério Público é apenas informado. Já a compulsória é determinada pela Justiça, após pedido de um médico (sem solicitação da família). Serve para casos extremos, nos quais o dependente está em risco imediato.

Iniciado na segunda-feira, quando foram feitos 39 acolhimentos e cinco internações, o programa é uma parceria entre o governo do Estado e o Tribunal de Justiça de São Paulo, que mantém um plantão judiciário no local para facilitar casos de internação. Na terça-feira, houve 47 acolhimentos e 11 internações, das quais três foram involuntárias e uma compulsória. Pessoas com dependência de crack são encaminhadas para o Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod).

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