Obama: controle de natalidade tornou-se 'jogo político'

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao anunciar novas regras para o controle de natalidade, disse que grupos religiosos expressaram preocupações genuínas com seu plano original, mas acusou adversários de usar a questão como "jogo político" em um ano eleitoral.

REUTERS

10 de fevereiro de 2012 | 16h35

Obama descreveu a liberdade religiosa como um "direito inalienável" que ele estimava como cristão. Ele disse que ficou clara a necessidade de mudar o projeto original rapidamente devido à resistência de hospitais e universidades católicos de fornecer cobertura contraceptiva para seus empregados.

"Após as várias preocupações genuínas que foram levantadas nas últimas semanas, além do francamente mais cínico desejo de algumas partes de tornar isso um jogo político, ficou claro que gastar meses trabalhando numa solução não será uma opção", disse Obama.

Ele estava descrevendo as mudanças no controle de natalidade que foram anunciadas mais cedo pela Casa Branca.

"O resultado será que as organizações religiosas não terão que pagar por esses serviços e nenhuma instituição religiosa terá que fornecer esses serviços diretamente", afirmou.

(Reportagem de Caren Bohan e Laura MacInnis)

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