Obesidade não representa fator de risco extra na gripe,dizem EUA

A obesidade não representa um risco extra para doença grave ou morte nas pessoas infectadas com a nova cepa da gripe H1N1, disse uma autoridade sanitária norte-americana na quarta-feira.

REUTERS

29 Julho 2009 | 15h50

Estudos anteriores sugeriram que os obesos poderiam estar sob risco aumentado para complicações graves do H1N1, mas o médico Anthony Fiore, do Centro para Controle e Prevenção de Doença dos EUA, disse que estudo adicional não confirmou a suspeita.

Segundo o médico, 38 por cento dos casos graves de gripe foram registrados em obesos - e cerca de 34 por cento da população norte-americana é obesa.

Mais da metade das vítimas apresentava problemas de saúde que sabidamente agravam os riscos provenientes do influenza, disse Fiore em uma reunião para consultores em vacina.

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