Qual o papel do Brasil no xadrez da IA?| Dois Pontos

Anderson Soares e Fabio Cozman participam do vodcast Dois Pontos sobre como a tecnologia pode moldar o futuro do País

PUBLICIDADE

Foto do autor Redação
Por Redação

A inteligência artificial (IA) está infiltrada nas engrenagens invisíveis que movem decisões públicas e privadas no Brasil — do processamento de exames médicos ao combate a fraudes bancárias.

PUBLICIDADE

A promessa é de ganhos expressivos de produtividade, eficiência máxima, redução de custos, eliminação de gargalos e uma suposta “democratização” de bens e serviços — expressão recorrente no discurso dos entusiastas da IA. Mas, claro, há algumas “pedras” pelo caminho.

Entre elas estão a transformação do mercado de trabalho, os impactos ambientais, a falta de letramento digital, restrições ao acesso tecnológico e a lentidão para adotar regulação e implementar um plano estratégico para IA. Há também dilemas sobre regulação e impacto ambiental.

Para falar sobre como a IA pode mudar o futuro do Brasil e seus riscos e oportunidades, o Dois Pontos convidou Anderson Soares, coordenador do Centro de Excelência em IA da Universidade Federal de Goiás (UFG), e Fabio Cozman é diretor do Centro de Inteligência Artificial da Universidade de São Paulo (USP).

Publicidade

O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Bruno Romani, editor do Link, a editoria de tecnologia do Estadão.