A aprovação da medida provisória que reformulou o setor elétrico pelo Congresso na última semana vai injetar R$ 68 bilhões na construção e operação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Os dados constam de um estudo da consultoria Thymos Energia obtido pela Coluna do Estadão.
O levantamento estimou o impacto da medida em obras e na indústria de equipamentos que abastece usinas hidrelétricas de pequeno porte, ramo representado pela Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel).
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A medida provisória prevê para os próximos anos a contratação de 4,9 gigawatts de PCHs, por meio de leilões de reserva de capacidade, para aumentar a segurança do sistema elétrico. Isso porque as hidrelétricas podem ser acionadas a qualquer momento do dia.
Segundo o estudo, 100% dos equipamentos usados nas hidrelétricas são nacionais, diferentemente de outras fontes renováveis de energia, a exemplo da eólica e da solar.
“Por serem equipamentos nacionais, os investimentos realizados têm efeito direto e positivo na indústria brasileira, favorecendo as políticas de conteúdo local incentivadas pelo governo federal, o que gera dinamismo para economia nacional, além de aumento de emprego e renda”, afirmou a consultoria.







