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PEC da Segurança ganha força com operação contra crime organizado, preveem aliados de Hugo Motta

Proposta do governo Lula aguarda criação de comissão especial na Câmara

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Foto do autor Iander Porcella
Atualização:

Aliados do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), preveem que a operação desta quinta-feira, 28, contra o crime organizado no País dará impulso à tramitação da PEC da Segurança Pública. A proposta do governo Lula espera a criação de uma comissão especial após ter tido parecer favorável do relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado oposicionista Mendonça Filho (União-PE).

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“Na última reunião de líderes, já havíamos falado de andar com a proposta”, disse à Coluna do Estadão o líder do PP na Câmara, Doutor Luizinho (RJ), um dos deputados mais próximos de Motta. Agora, o impacto da Operação Carbono Oculto na opinião pública deve fazer com que a tramitação ganhe ainda mais celeridade.

Uma das prioridades do Palácio do Planalto, a PEC da Segurança Pública amplia as atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e inclui na Constituição o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e os fundos nacionais de financiamento do setor. O texto também reforça a autonomia dos Estados no combate ao crime. No começo de julho, o relator alterou o texto do governo ao retirar um trecho que daria competência exclusiva da União para ditar as normas gerais de segurança pública, defesa social e sistema penitenciário.

A operação desta quinta-feira, 28, a maior na história do País contra o crime organizado, atingiu o Primeiro Comando da Capital (PCC), fintechs da Faria Lima e o setor de combustíveis. Envolveu equipes da Polícia Federal, Polícia Militar, Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), além de agentes e fiscais das Receitas Estadual e Federal.

Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, e Doutor Luizinho (RJ), líder do PP na Casa Foto: Lula Marques/Agencia Brasil

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