Um retrato social diário, baseado na relevância do fato, da notícia e da imagem

Saiba quais foram os empresários brasileiros que pavimentaram aproximação entre Lula e Trump


Empresários conversaram com interlocutores norte-americanos dias antes do evento nas Nações Unidas

Por Alice Ferraz e Juliana Prado

A “química” entre Lula e Donald Trump na Assembleia Geral da ONU também teve um empurrão especial que durou mais de 39 segundos: a ajuda de pesos pesados do setor empresarial brasileiro.

Os empresários brasileiros Jorge Paulo Lemann, André Esteves e Joesley Batista ajudaram a destravar a ‘química’ entre Lula e Trump. Foto: Arte de Thais Barroco sobre fotos de Valéria Gonçalvez/Estadão, Amanda Perobelli/Estadão e Jonne Roriz/Estadão

Dias antes do evento nas Nações Unidas, Jorge Paulo Lemann, da 3G Capital, André Esteves, do BTG Pactual, além de Joesley Batista, da JBS, entraram em ação para jogar água fria na fervura nas relações entre Brasil-EUA abalada desde o tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. Os empresários conversaram com interlocutores norte-americanos para explicar o cenário de normalidade institucional no Brasil.

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Por enquanto, parece que funcionou. Os dois presidentes devem conversar nesta semana. A data, formato e local do contato ainda não foram definidos.

A “química” entre Lula e Donald Trump na Assembleia Geral da ONU também teve um empurrão especial que durou mais de 39 segundos: a ajuda de pesos pesados do setor empresarial brasileiro.

Os empresários brasileiros Jorge Paulo Lemann, André Esteves e Joesley Batista ajudaram a destravar a ‘química’ entre Lula e Trump. Foto: Arte de Thais Barroco sobre fotos de Valéria Gonçalvez/Estadão, Amanda Perobelli/Estadão e Jonne Roriz/Estadão

Dias antes do evento nas Nações Unidas, Jorge Paulo Lemann, da 3G Capital, André Esteves, do BTG Pactual, além de Joesley Batista, da JBS, entraram em ação para jogar água fria na fervura nas relações entre Brasil-EUA abalada desde o tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. Os empresários conversaram com interlocutores norte-americanos para explicar o cenário de normalidade institucional no Brasil.

Por enquanto, parece que funcionou. Os dois presidentes devem conversar nesta semana. A data, formato e local do contato ainda não foram definidos.

A “química” entre Lula e Donald Trump na Assembleia Geral da ONU também teve um empurrão especial que durou mais de 39 segundos: a ajuda de pesos pesados do setor empresarial brasileiro.

Os empresários brasileiros Jorge Paulo Lemann, André Esteves e Joesley Batista ajudaram a destravar a ‘química’ entre Lula e Trump. Foto: Arte de Thais Barroco sobre fotos de Valéria Gonçalvez/Estadão, Amanda Perobelli/Estadão e Jonne Roriz/Estadão

Dias antes do evento nas Nações Unidas, Jorge Paulo Lemann, da 3G Capital, André Esteves, do BTG Pactual, além de Joesley Batista, da JBS, entraram em ação para jogar água fria na fervura nas relações entre Brasil-EUA abalada desde o tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. Os empresários conversaram com interlocutores norte-americanos para explicar o cenário de normalidade institucional no Brasil.

Por enquanto, parece que funcionou. Os dois presidentes devem conversar nesta semana. A data, formato e local do contato ainda não foram definidos.

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