Depois de Palmeiras, atletismo e maquininhas de cartão, Fictor avança em finanças com o Banco Master


Grupo fundado em 2007 hoje atua em áreas como alimentos, energia, finanças e infraestrutura; faltava uma licença bancária, que terá se o BC e o Cade aprovarem o negócio

Por Altamiro Silva Junior (Broadcast) e André Marinho
Atualização:

Da camisa do Palmeiras a prédios de apartamentos no Rio de Janeiro, passando pelo atletismo brasileiro, o Grupo Fictor, que nesta segunda-feira, 17, pediu autorização ao Banco Central para comprar parte do Banco Master, em negócio de R$ 3 bilhões, atua em áreas como alimentos, energia, finanças e infraestrutura. Faltava uma licença bancária.

Parte do grupo já está na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, por meio de um IPO reverso, que é quando uma empresa fechada compra outra listada em Bolsa e passa, assim, a ser aberta. Nesse caso, a Fictor e a Aqwa Capital compraram no ano passado a Atom Empreendimentos e Participações, empresa listada, rebatizada de Fictor Alimentos.

Em 2024, o grupo teve faturamento de R$ 3,5 bilhões, acima dos R$ 2 bilhões do ano anterior.

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No Palmeiras, o contrato foi anunciado em março deste ano, com a previsão de investimentos anuais de R$ 30 milhões. Com isso, o grupo se torna a nova patrocinadora master das categorias de base do clube, com o nome na camisa, inclusive do time principal.

No dia 5 de novembro, a empresa realizou o evento Fictor Day 2025, em que contabilizou mais de 900 participantes Foto: Erick Schons/Mídias Pura

Ainda nos esportes, a Confederação Brasileira de Atletismo anunciou no começo deste mês o grupo como novo patrocinador, em evento com a presença dos campeões mundiais Alison dos Santos (400m com barreiras) e Caio Bonfim (marcha atlética). Segundo o anúncio, é o maior patrocínio privado da história da entidade, com R$ 21 milhões até março de 2029.

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Na área financeira, no começo de 2024, o grupo criou a FictorPay, uma empresa de pagamentos e serviços financeiros, com uma operação de maquininhas de cartão para lojistas (adquirência) e um cartão de crédito com bandeira.

Na época, como não tinha licenças do Banco Central para operar com serviços bancários ou empresa de pagamentos, a Fictor fez uma parceria com o Banco Genial e com a startup Aarin, comprada pelo Bradesco, e a Orbitall, que vai processar as operações do cartão. No mês passado, a FictorPay foi alvo de um ataque cibernético que mirou o Pix.

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Em outubro, a Coluna do Broadcast anunciou que o Grupo Fictor estava destinando R$ 268 milhões de recursos próprios para a construção de apartamentos para aluguel na cidade do Rio de Janeiro em parceria com a norte-americana Greystar, maior do mundo neste segmento e que será responsável pela administração e locação dos imóveis.

Fundada em 2007 pelo CEO Rafael Gois, a Fictor diz ter um quadro de mais de 6 mil profissionais e um portfólio com mais de 30 empresas no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

Com sede em Miami, a divisão americana é focada em soluções para clientes B2B em vários setores da economia. Já no continente europeu, a operação é tocada de Lisboa, dentro do projeto de internacionalização da companhia.

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No dia 5 de novembro, realizou o evento Fictor Day 2025, em que contabilizou mais de 900 participantes.

Da camisa do Palmeiras a prédios de apartamentos no Rio de Janeiro, passando pelo atletismo brasileiro, o Grupo Fictor, que nesta segunda-feira, 17, pediu autorização ao Banco Central para comprar parte do Banco Master, em negócio de R$ 3 bilhões, atua em áreas como alimentos, energia, finanças e infraestrutura. Faltava uma licença bancária.

Parte do grupo já está na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, por meio de um IPO reverso, que é quando uma empresa fechada compra outra listada em Bolsa e passa, assim, a ser aberta. Nesse caso, a Fictor e a Aqwa Capital compraram no ano passado a Atom Empreendimentos e Participações, empresa listada, rebatizada de Fictor Alimentos.

Em 2024, o grupo teve faturamento de R$ 3,5 bilhões, acima dos R$ 2 bilhões do ano anterior.

No Palmeiras, o contrato foi anunciado em março deste ano, com a previsão de investimentos anuais de R$ 30 milhões. Com isso, o grupo se torna a nova patrocinadora master das categorias de base do clube, com o nome na camisa, inclusive do time principal.

No dia 5 de novembro, a empresa realizou o evento Fictor Day 2025, em que contabilizou mais de 900 participantes Foto: Erick Schons/Mídias Pura

Ainda nos esportes, a Confederação Brasileira de Atletismo anunciou no começo deste mês o grupo como novo patrocinador, em evento com a presença dos campeões mundiais Alison dos Santos (400m com barreiras) e Caio Bonfim (marcha atlética). Segundo o anúncio, é o maior patrocínio privado da história da entidade, com R$ 21 milhões até março de 2029.

Na área financeira, no começo de 2024, o grupo criou a FictorPay, uma empresa de pagamentos e serviços financeiros, com uma operação de maquininhas de cartão para lojistas (adquirência) e um cartão de crédito com bandeira.

Na época, como não tinha licenças do Banco Central para operar com serviços bancários ou empresa de pagamentos, a Fictor fez uma parceria com o Banco Genial e com a startup Aarin, comprada pelo Bradesco, e a Orbitall, que vai processar as operações do cartão. No mês passado, a FictorPay foi alvo de um ataque cibernético que mirou o Pix.

Em outubro, a Coluna do Broadcast anunciou que o Grupo Fictor estava destinando R$ 268 milhões de recursos próprios para a construção de apartamentos para aluguel na cidade do Rio de Janeiro em parceria com a norte-americana Greystar, maior do mundo neste segmento e que será responsável pela administração e locação dos imóveis.

Fundada em 2007 pelo CEO Rafael Gois, a Fictor diz ter um quadro de mais de 6 mil profissionais e um portfólio com mais de 30 empresas no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

Com sede em Miami, a divisão americana é focada em soluções para clientes B2B em vários setores da economia. Já no continente europeu, a operação é tocada de Lisboa, dentro do projeto de internacionalização da companhia.

No dia 5 de novembro, realizou o evento Fictor Day 2025, em que contabilizou mais de 900 participantes.

Da camisa do Palmeiras a prédios de apartamentos no Rio de Janeiro, passando pelo atletismo brasileiro, o Grupo Fictor, que nesta segunda-feira, 17, pediu autorização ao Banco Central para comprar parte do Banco Master, em negócio de R$ 3 bilhões, atua em áreas como alimentos, energia, finanças e infraestrutura. Faltava uma licença bancária.

Parte do grupo já está na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, por meio de um IPO reverso, que é quando uma empresa fechada compra outra listada em Bolsa e passa, assim, a ser aberta. Nesse caso, a Fictor e a Aqwa Capital compraram no ano passado a Atom Empreendimentos e Participações, empresa listada, rebatizada de Fictor Alimentos.

Em 2024, o grupo teve faturamento de R$ 3,5 bilhões, acima dos R$ 2 bilhões do ano anterior.

No Palmeiras, o contrato foi anunciado em março deste ano, com a previsão de investimentos anuais de R$ 30 milhões. Com isso, o grupo se torna a nova patrocinadora master das categorias de base do clube, com o nome na camisa, inclusive do time principal.

No dia 5 de novembro, a empresa realizou o evento Fictor Day 2025, em que contabilizou mais de 900 participantes Foto: Erick Schons/Mídias Pura

Ainda nos esportes, a Confederação Brasileira de Atletismo anunciou no começo deste mês o grupo como novo patrocinador, em evento com a presença dos campeões mundiais Alison dos Santos (400m com barreiras) e Caio Bonfim (marcha atlética). Segundo o anúncio, é o maior patrocínio privado da história da entidade, com R$ 21 milhões até março de 2029.

Na área financeira, no começo de 2024, o grupo criou a FictorPay, uma empresa de pagamentos e serviços financeiros, com uma operação de maquininhas de cartão para lojistas (adquirência) e um cartão de crédito com bandeira.

Na época, como não tinha licenças do Banco Central para operar com serviços bancários ou empresa de pagamentos, a Fictor fez uma parceria com o Banco Genial e com a startup Aarin, comprada pelo Bradesco, e a Orbitall, que vai processar as operações do cartão. No mês passado, a FictorPay foi alvo de um ataque cibernético que mirou o Pix.

Em outubro, a Coluna do Broadcast anunciou que o Grupo Fictor estava destinando R$ 268 milhões de recursos próprios para a construção de apartamentos para aluguel na cidade do Rio de Janeiro em parceria com a norte-americana Greystar, maior do mundo neste segmento e que será responsável pela administração e locação dos imóveis.

Fundada em 2007 pelo CEO Rafael Gois, a Fictor diz ter um quadro de mais de 6 mil profissionais e um portfólio com mais de 30 empresas no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa.

Com sede em Miami, a divisão americana é focada em soluções para clientes B2B em vários setores da economia. Já no continente europeu, a operação é tocada de Lisboa, dentro do projeto de internacionalização da companhia.

No dia 5 de novembro, realizou o evento Fictor Day 2025, em que contabilizou mais de 900 participantes.

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