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Diversidade e Inclusão

Na vibração do samba

Vanessa Tachibana é surda e foi pela primeira vez ao sambódromo de São Paulo acompanhar os desfiles do grupo especial. "Fiquei hornada e inspirada, me senti inclusa, pude cantar igual a todos". Consultora de imagem, ela usa o Instagram para dar orientações de 'personal stylist' em Libras. "Criei esse canal para ajudar as pessoas a encontrarem seu perfil e descobrirem a felicidade do dia a dia".

Foto do author Luiz Alexandre Souza Ventura
Por Luiz Alexandre Souza Ventura
Atualização:


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A primeira visita ao sambódromo para acompanhar os desfiles do grupo especial é uma experiência poderosa. Presenciar a grandiosidade das escolas, sentir a força da bateria e cantar o enredo com a multidão são vivências marcantes.

Para a consultora de imagem Vanessa Tachibana, de 39 anos, foi uma honra e uma inspiração. Ela esteve no Anhembi, em São Paulo, na primeira noite do Carnaval. "Me senti inclusa, pude cantar igual ao outros, fiquei super feliz, como não ficava há muito tempo", diz Vanessa, que é surda e foi uma das convidadas do projeto 'Samba com as Mãos', da Prefeitura de São Paulo, coordenado pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED).

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Ela sempre assistiu aos desfiles na TV e celebrou a oportunidade com o registro no Instagram durante o desfile da Tom Maior. "A música homenageia o povo negro e destaca sua importância no desenvolvimento do Brasil".


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