Raras auroras polares são vistas na América do Sul e mais países após tempestade solar; veja fotos

Fenômeno foi observado no Chile, na Nova Zelândia e em outros países; ele não ocorria com essa intensidade há mais de 20 anos

PUBLICIDADE

Foto do author Redação
Por Redação

Uma tempestade solar extrema e rara permitiu a visualização de aurora boreal e aurora austral em diferentes países, como Estados Unidos, Canadá, Portugal, Austrália, Nova Zelândia e Inglaterra. O fenômeno raro também foi visto do céu de países da América do Sul, como Uruguai, Chile e Argentina, com relatos de ocorrência em cidades próximas da fronteira com o Brasil, no sul do Rio Grande do Sul.

PUBLICIDADE

Há a previsão de que o fenômeno se repita novamente entre a noite deste sábado, 11, e o domingo, 12. Situação semelhante não ocorria no mundo há mais de duas décadas.

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, classificou a tempestade geomagnética como “extrema” e a maior desde outubro de 2003, quando várias ejeções de plasma da coroa solar causaram blecautes na Suécia e danos na infraestrutura energética da África do Sul.

Na noite de sexta-feira, 10, as redes sociais começaram a ser tomadas de fotos de auroras polares capturadas nos hemisférios norte e sul. O fenômeno pode ser visto a olho nu, mas há relatos de que seja melhor visualizado com a câmera de um celular.

Há dias, autoridades pediram aos operadores de satélites, às companhias aéreas e aos operadores de redes elétricas que tomassem medidas de precaução contra eventuais perturbações causadas por mudanças no campo magnético da Terra./ COM INFORMAÇÕES DE AFP

Aurora boreal vista de Oregon, nos Estados Unidos Foto: Mathieu Lewis-Rolland/Getty Images via AFP
Fenômeno também foi visto na Inglaterra Foto: Owen Humphreys/AP
Aurora boreal no Canadá Foto: Andrew Chin/Getty Images via AFP
Fenômeno também visto na Nova Zelândia Foto: Sanka Vidanagama/AFP
Aurora no Canadá Foto: Chris Helgren/Reuters
Aurora na Inglaterra Foto: Owen Humphreys/AP
Tudo Sobre
Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.