Duquesa de Tax: 'Brasil pode ser inundado por produtos chineses em meio ao tarifaço de Trump'
No programa ‘Não vou passar raiva sozinha’ desta semana, Maria Carolina Gontijo fala sobre como o Brasil pode ser prejudicado pelo excesso de produtos chineses.
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O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta terça-feira, 3, ordem executiva que dobra de 25% para 50% a tarifa para importações de aço e alumínio. A medida entra em vigor à 0h1min da Costa Leste dos EUA nesta quarta-feira, 4.
Como exceção, Trump determinou que, a partir do Acordo de Prosperidade Econômica entre os EUA e o Reino Unido de 8 de maio, haja um tratamento diferenciado para as importações de artigos de aço e alumínio e seus derivados britânicos.
Para o Reino Unido, por enquanto, permanece a alíquota tarifária em 25%, conforme consta da ordem executiva divulgada pela Casa Branca.

O Brasil, como um dos principais fornecedores para os EUA, é um dos mais atingidos.
Como o Estadão mostrou, a nova ofensiva de Trump contra as exportações de aço para o mercado americano, anunciada na sexta-feira, 30, e concretizada agora, é um banho de água fria no setor siderúrgico brasileiro e pegou as empresas de surpresa, como afirmou o presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Melo Lopes.
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Em 2024, o Brasil foi o segundo país que mais exportou aço para os EUA, conforme relatório do American Iron and Steel Institute (Instituto Americano de Ferro e Aço). Foram enviadas 4,49 milhões de toneladas, um avanço de 14,1% em relação a 2023, quando foram exportados 3,94 milhões de toneladas.




