Futebol Arte: Não existe Dan Stulbach sem o Corinthians
Em entrevista à série do ‘Estadão’, ator explica torcida como 'modo de vida', relembra Democracia Corinthiana e amizade com Sócrates. Crédito: Captação: Bruno Nogueirão, edição: Joaquim Macruz
Gerando resumo
Fernando Diniz revelou, nesta quinta-feira, após o empate do Corinthians diante do Rosario Central, na Argentina, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores, que a não renovação de contrato de Memphis Depay causou tristeza e frustração no elenco.
“O sentimento foi de tristeza porque eu achei que iria render muitos frutos. Nem sei se ele teria condições de jogo, mas esperávamos tê-lo na viagem. Acho que todo mundo sentiu do departamento de futebol. O Memphis ficou dois anos aqui e, além dos títulos, teve uma boa relação com todo mundo”, disse o treinador corintiano em entrevista coletiva.

“Foi uma frustração, mas, como foge do nosso controle, isso acaba servindo para unir mais os jogadores. Foi um evento triste, mas serviu de motivação para uma entrega maior e, desta forma, conseguir um bom resultado aqui na Argentina”, continuou Diniz.
“Eu teria muito gosto de poder trabalhar com Memphis. Acho que a gente poderia fazer uma dupla muito interessante. Uma vontade muito grande que eu tinha. Infelizmente, não foi dessa vez”, concluiu.
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Sob a atuação do time na Argentina, o técnico elogiou muito a equipe. “A opção por demorar para trocar é porque o time estava jogando muito bem, defendendo bem. Colocar um jogador frio, não sei se teria melhora na equipe. Por isso mantivemos a estrutura, sem mexidas. Mais uma vez os jogadores foram fora de série, com muita entrega e doação.”
Diniz não quis dizer o que vai fazer para o jogo de domingo, diante do Cruzeiro, às 19h30, pelo Campeonato Brasileiro, na Neo Química Arena. “Não tenho definição do que fazer para domingo, mas são muitas as possibilidades.”
O jogo de volta contra o Rosario Central ocorre na quinta-feira, dia 20, às 20h30 (de Brasília), na Neo Química Arena.



