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Comentarista da ESPN comete gafe e confunde nome de jogador do Olimpia com repórter da Globo

Situação inusitada aconteceu durante o duelo do Fluminense com o time paraguaio pelas quartas de final da Libertadores

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Por Redação
Atualização:

Durante a transmissão do jogo entre Olimpia e Fluminense pelas quartas de final da Copa Libertadores, o comentarista da ESPN Paulo Calçade cometeu uma gafe ao confundir o nome de um jogador da equipe paraguaia. Em campo, o time carioca ganhou por 3 a 1 e definiu seu retorno a uma semifinal continental após 15 anos. O adversário será o Internacional.

Calçade chamou Derlis González de Delis Ortiz, repórter da Globo, que faz a cobertura dos eventos políticos em Brasília. Delis já foi correspondente da emissora carioca na América do Sul. Assim que percebeu o erro, o comentarista se corrigiu e falou o nome correto do jogador do Olimpia. O erro foi notado nas redes sociais. Internautas compartilharam mensagens sobre a gafe. Calçade é um dos melhores comentaristas do Brasil. Já foi colunista do Estadão.

Paulo Calçade comete gafe durante jogo do Fluminense na Libertadores. Foto: Felipe Rau/ AE

Derlis González é um velho conhecido do futebol brasileiro. Com 29 anos, o atleta passou pelo Santos entre 2018 e 2020. Depois da passagem pela equipe alvinegra, voltou para o seu país natal para atuar no Olimpia. Longe da qualidade técnica que o levou para a Europa, atualmente é reserva da equipe paraguaia.

Derlis González é um dos principais jogadores do Olimpia, mas não vive boa fase. Foto: Antonio Lacerda/ Reuters

Delis Ortiz tem pai venezuelano e ficou até dezembro de 2015 no cargo de correspondente internacional em Buenos Aires, capital argentina. Desde então, regressou à capital federal para fazer a cobertura política dos principais eventos diários para os noticiários da Globo.

Jornalista Delis Ortiz questiona o então presidente Bolsonaro durante café da manhã. Foto: Marcos Corrêa/PR

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A última vez que o Fluminense disputou as semifinais foi em 2008, quando eliminou o São Paulo. Naquele ano, o time carioca acabou indo para a final, onde acabou com o vice-campeonato, contra a LDU-EQU, nos pênaltis, no Maracanã. Por coincidência do destino, ou não, este ano a final única será novamente no estádio da capital do Rio.

Diferentemente do rival Flamengo e como Ganso havia dito na saída do Maracanã, o Fluminense aprendeu com os próprios erros. O time de Fernando Diniz soube neutralizar as jogadas aéreas do Olimpia e esfriar a atmosfera do estádio. No ataque, contou com uma grande atuação do jovem John Kennedy, que no primeiro semestre esteve emprestado ao Ferroviária, para disputar o Campeonato Paulista. O atacante de 21 anos participou de dois, dos três gols anotados pelo time carioca.

Assim como na partida contra o Flamengo, o Olimpia foi para cima do time brasileiro, sempre pelo alto. A estratégia era clara, achou espaço, levantou a bola na área. Nessa, os paraguaios cansaram de realizar cruzamentos, que eram afastados por Nino ou Felipe Melo, ou paravam nas mãos de Fábio. Quando conseguiram a finalização, o goleiro de 41 anos mostrou que está atento e defendeu as cabeçadas de Romaña, enquanto Cano evitou o tento de Gamarra, salvando praticamente em cima da linha.

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Fernando Diniz, técnico da seleção brasileira, leva o Fluminense às semifinais da Libertadores. Foto: Daniel Duarte/ AFP

O Fluminense se fechava e buscava o contra-ataque perfeito. E ele veio aos 23 minutos. Keno deu lindo passe em profundidade para John Kennedy, que encheu o pé para abrir o placar. O jogo seguiu tenso, com o Olimpia dominando o confronto e levantando bolas na área. Diniz chegou a subir suas linhas para amenizar a pressão. Na reta final, o Olímpia diminuiu, aos 43. Zabala fingiu que ia cruzar, driblou Samuel Xavier e bateu cruzado. A bola desviou no caminho e enganou o goleiro Fábio.

A segunda etapa não poderia começar diferente. Com menos de um minuto, o Olimpia já erguia bola na área do Fluminense e Iván Torres cabeceou por cima, assustando Fábio e os dois mil torcedores presentes no estádio. O time carioca buscava ter mais a posse da bola e escapar nos contra-ataques. John Kennedy saiu bem na marcação e acionou Cano, que foi puxado por Fernando Cardozo. Como já tinha amarelo, o meia acabou expulso aos 25 minutos.

A superioridade numérica e o desespero do Olimpia, fez sobrar mais espaço para o Fluminense explorar os contragolpes. Novamente com John Kennedy, bancado por Diniz, o atacante entrou na área e carimbou a trave. No rebote, a bola voltou nos joelhos de Cano, que só empurrou para as redes. Nos acréscimos, ainda deu tempo de Cano, driblar o goleiro e marcar o terceiro, aos 46, para carimbar a vaga do Fluminense comemorada no estádio por cerca de dois mil tricolores.

O Fluminense vira a chave e volta a campo no domingo, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Às 16h recebe o Fortaleza, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

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