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Bastidores e negócios do mundo do esporte

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Os 11 de Ancelotti para a Copa do Mundo: Vini Jr. como referência e Neymar fora

Técnico começa a definir base da equipe para a Copa

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Foto do autor Marcel Rizzo

Ancelotti comenta chance de comandar o Brasil e diz que responsabilidade da seleção é vencer a Copa

Crédito: Fifa

Alisson; Vanderson, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Estevão, Vini Jr, João Pedro e Raphinha ou Rodrygo.

Se a seleção brasileira estreasse amanhã na Copa do Mundo de 2026, esta poderia ser a escalação que Carlo Ancelotti mandaria a campo. Apesar de o treinador afirmar que nos jogos contra Senegal e Tunísia, em novembro, continuará observando atletas, já há uma tendência do que esperar, tanto para os 11 iniciais quanto para os 26 que serão convocados em maio do ano que vem para o Mundial.

Richarlison durante treino da seleção brasileira em Seul Foto: Rafael Ribeiro / CBF

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Há cinco titulares inquestionáveis: Alisson, Marquinhos, Casemiro, Bruno Guimarães e Vini Jr. Quem conviveu de perto com os treinamentos da seleção desde junho notou que Ancelotti está encantado por Estêvão. As declarações públicas sempre serão cautelosas, mas o jogador do Chelsea é tratado como fenômeno no ambiente da CBF.

Dificilmente o ex-palmeirense não será titular, deixando Raphinha e Rodrygo na briga por uma vaga. Rodrygo é bem conhecido do técnico dos tempos de Real Madrid, e o italiano sabe o que extrair dele. Mas Raphinha estará entre os 11 se mantiver, nos próximos meses, os desempenhos recentes no Barcelona.

O plano é ter um “9” como referência, com João Pedro como principal opção. A ideia de Vini Jr. mais solto foi testada contra a Coreia do Sul e agradou. O atacante do Real será o coringa no ataque e, ainda, a principal peça ofensiva.

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Apesar de já haver uma lista bem encaminhada, Ancelotti fará testes em novembro. Vitor Roque, do Palmeiras, deverá ser lembrado. Ele já esteve na pré-lista para os amistosos na Ásia, em outubro, e tem chamado atenção pela versatilidade fora da área e, principalmente, pela força. São características diferentes de Kaio Jorge, do Cruzeiro, que já teve chance recentemente.

Há anos a lateral é uma incógnita na seleção, e não será diferente para 2026. Por isso, Douglas Santos, com boas atuações contra Chile e Coreia, se apresenta neste momento como bom candidato até para a titularidade na esquerda. Na direita, Vanderson tem crédito, mas precisa estar saudável.

E Neymar? Esqueça o Neymar hipotético, aquele das redes sociais. Na vida real, hoje ele não faz parte dos planos para a Copa do Mundo. Alguns fatores podem mudar isso: onde jogará no primeiro semestre de 2026 e como estará fisicamente. A questão para ele ser convocado é física, já que ninguém questiona o talento do atacante, mesmo com 34 anos na próxima temporada.