Textor elogia formato do Mundial e opina: 'Finalmente podemos ver o nível de cada liga'
No dia 23 de junho de 2021, o Botafogo iria jogar contra o CSA, no Nilton Santos, pelo Campeonato Brasileiro, para se manter no G-4 da Série B. Mas, por falta de datas e de campos hábeis e úteis por aqueles dias no Rio de Janeiro, o clube alvinegro conseguiu, junto à CBF, adiar a partida contra a equipe alagoana. E, pela soma de resultados, o Botafogo saiu do G-4. Há quatro anos...
Se, naquele momento, alguém perguntasse a qualquer torcedor do Botafogo onde ele estaria quatro anos depois, ninguém responderia: num Mundial de Clubes.
Menos ainda, enfrentando o Atlético de Madrid, no Rose Bowl. E menos ainda segurando um empate sem gols até os 42 da segunda etapa. E ainda menos quase batendo o primeiro lugar num grupo que também tinha o campeão da Europa.

Talvez, em 2021, a gente não pudesse imaginar que esse campeão seria o PSG, vivendo os melhores meses dos 55 anos do clube francês. Mas, se tem alguém que pode acreditar, é o torcedor do Botafogo.
Porque, de virtual eliminado na fase de grupos pelo sorteio ingrato, acabou sendo o segundo colocado num grupo com PSG, Atlético de Madrid e o bom Seattle Sounders - que não é tão ruim como parece. E nem o Botafogo parecia tão fragilizado, como chegou ao Mundial.
Brilhantemente, venceu o PSG. Sofridamente, superou o Seattle Sounders na primeira rodada, e fez o dever contra o Atlético de Madrid. Sofreu mais do que deveria no segundo tempo, mas mesmo assim consegue uma classificação heroica e histórica.
“Nós tínhamos 1% de chances de vencer o PSG” admitiu Marlon Freitas. E ele tinha razão.
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Não tem tanta emoção para reclamar Simeone e decepcionante companhia colchonera pela arbitragem que estava marcando o pênalti de Gregore quando o VAR viu depois a falta anterior do inefável Sorloth. O Atleti fez um Mundial ruim.
Como o PSG podia ter feito melhor ao final da fase. Mandou além da conta na goleada inicial contra o time espanhol. Parecia o mesmo time dos 5 a 0 na final da Champions. Foi decepcionante na derrota para o campeão da América. E foi apenas protocolar - ainda sem Dembélé - contra o Sounders. Fez um gol culposo e outro em ritmo de treino.
Pode e deve jogar mais. Mas foi de mais a menos até agora. Embora, de fato, eu imaginava um natural relaxamento depois da Champions É humano. Por mais desumano que possa parecer o calendário.






