Paralisações de jogos no Mundial de Clubes provocam questões sobre Copa do Mundo 2026
Protocolo usado nos Estados Unidos prevê interrupções por mau tempo, mesmo quando não há chuva, diferente do que é visto no Brasil.
Há 30 anos, aos 42 minutos do segundo tempo no Maracanã, Fla-Flu empatado por 2 a 2, o ex-rubro-negro Ailton cortou pela direita e bateu de canhota a bola que explodiu na barriga de outro ex-Flamengo Renato Portaluppi, e deu o Campeonato Carioca de 1995 ao Fluminense de Joel Santana.

Trinta anos depois, Renato não está mais em campo. Mas empurrou com a barriga pouco saliente o time das Laranjeiras ao mata-mata do Mundial de Clubes. O Fluminense não fez bom jogo contra o inspirador Mamelodi Sundowns da África do Sul. Não acertou a meta rival. Mandou uma bola na trave com Cano na segunda etapa, teve bons momentos com Nonato e Arias (o melhor jogador que vi até agora no Mundial) no primeiro tempo, mas só.
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Fato que o rival também teve três grandes lances para três grandes defesas de Fábio até oito minutos - e mais nada de contundente. Só que o Mamelodi foi melhor. Não só por precisar da vitória que daria classificação que não seria surpresa pelo que jogou no Mundial. Mas pelo Fluminense esquecer o ataque, marcar pouco no meio, e só ser eficiente como Ignacio e Fábio lá atrás. De onde pouco saiu o Fluminense. Atrás do sofá onde ficou seu torcedor nervoso por um daqueles jogos que parecem durar 30 anos. O tempo que tem da barrigada de Renato para a história.
O time tricolor passou em segundo como se esperava desde o sorteio. Foi de mais a menos no torneio. Mas pode sonhar com algo mais se repetir a atuação da estreia contra o Dortmund. Se conseguir se superar como na vitória sofrida demais contra o Ulsan. Se for resiliente defensivamente - mesmo sem Thiago Silva – como no jogo de hoje.
O futebol brasileiro passou 100%. Com dois líderes de grupos. Com Flamengo, Botafogo e Fluminense jogando mais do que o planejado. Com o Palmeiras, menos. Mas todos muito vivos. Ninguém eliminado de véspera.






