O quão longe o Palmeiras vai no Mundial de Clubes? Torcedores respondem
Palmeiras estreia no torneio contra o time português Porto em Nova Jersey.
O palmeirense que lotou a Esquina do Mundo do Times Square (o encontro da Broadway com a Sétima Avenida, que ficou mais parecendo o cruzamento da Palestra com a Caraíbas, na Pompeia), saiu orgulhoso do Metlife de Nova Jersey.
O Palmeiras pensou e jogou grande contra o Porto (que talvez tenha feito sua melhor exibição em tempos). O empate sem gols foi enganoso como o divertido 0 a 0 entre Inter Miami e Al-Ahly, na estreia da Copa do Mundo de Clubes.
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O Palmeiras merecia melhor sorte pelas chances criadas. E pela incrível série de três gols perdidos num só lance, no final do primeiro tempo.
A primeira oportunidade do duelo foi portista, negada por Weverton e sua usual categoria para fechar o ângulo. Depois, o Palmeiras teve mais a bola, ideias, intensidade, vontade de buscar o gol. E pernas no final iara chegar aonde a arbitragem 1 que muito picotou o jogo duro - não quis.
Gómez voltou ao nível usual, dando um pé a Giay (que não fez bom jogo). Aníbal Moreno voltou muito bem liberando Richard Rios. Se faltou mais de Maurício e um pouco mais de Estêvão, o coletivo da equipa de Abel compensou contra o Porto. Time bem armado que teve Mora e Vieira criando lances para o perigoso Samu no primeiro tempo em que houve gás para um elenco em final de temporada decepcionante. O que dava ligeiro favoritismo ao melhor futebol brasileiro.
Se fica a frustração palmeirense por uma vitória que podia ser natural e merecida, e a real preocupação de ter que enfrentar o PSG (em caso de classificação como segundo do grupo), a produção ofensiva alviverde justifica o otimismo e festa antes do jogo. Até mesmo independente do placar e do desempenho.
O Palmeiras segue como favorito para ser o primeiro do grupo. O que vier é lucro.






