Primeiro tempo no MorumBis: Lucas Piton faz de cabeça 1 a 0 Vasco, em lance bem trabalhado. Um pênalti é desmarcado pelo VAR para o Santos por impedimento. Aos 45, contragolpe vascaíno de dois contra dois quase dá no segundo gol vascaíno. Era apenas o final do primeiro tempo. Não do jogo. E nem do mundo santista. Para que tanto desequilíbrio tático e emocional?
Segundo tempo no MorumBis. Guilherme isola o gol de empate aos 2 minutos. Amado Santos! “Não tinha como ficar pior”. Acredite. Sempre tem. O Vasco achou outro grande jogo no estádio tricolor, como havia sido no 3 a 1 no turno contra o São Paulo. O Santos reencontrou um 0 a 6 pavoroso como aquele de 1996, para a Via Láctea palmeirense, na Vila.

Aos 3, Barreal quase empatou em belo tiro na trave. Era outro Santos. Foi outro do Vasco. David, em belo voleio aos 6m50. Aos 8min27s, Coutinho.
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E contando. Aos 14min29s, Rayan de pênalti. Aos 16min57s, golaço de Coutinho, depois de linda tabelinha vascaína, com gritos de “olé” - dos santistas...
22min59s. Adivinhe: Tchê Tchê entrou como se não houvesse ninguém, nem o Brazão de tantos milagres, nem o escudo santista de tantas glórias.
Em 16min09s, o Vasco, que estava na zona do rebaixamento, fez cinco gols no melhor goleiro do Brasileirão de 2025. Em um dos piores Santos desde 1912.






