Veja os bastidores das obras no Villa-Lobos para o SP Open

Torneio de tênis do circuito da WTA terá Bia Haddad Maia como maior estrela e acontece em setembro

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Foto do autor Felipe Rosa Mendes
Atualização:

Com quadra azul e roxa, SP Open ganha forma no Parque Villa-Lobos

Capital paulista voltará a receber um torneio da WTA após 25 anos; evento será realizado entre os dias 6 e 14 de setembro. Crédito: Felipe Rosa Mendes e Júlia Pereira

O SP Open, torneio de tênis feminino que vai marcar o retorno do circuito profissional a São Paulo, contará com cores incomuns em suas quadras. O azul-marinho e o roxo vão marcar o palco das tenistas brasileiras, como Beatriz Haddad Maia, no Parque Villa-Lobos. A competição será disputada entre os dias 6 e 14 de setembro.

O Estadão conferiu a novidade de perto, nesta semana. A reportagem visitou as obras do torneio que vai utilizar seis das sete quadras fixas e públicas do parque. A partir de agora, elas terão cores mais chamativas, onde os amadores também poderão jogar ao fim da competição - a reforma das quadras faz parte do legado da competição para a cidade.

Montagem da quadra do SP Open no Parque Villa-Lobos Foto: Felipe Rau/Estadão

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De acordo com a organização, o azul e o roxo devem facilitar a vida das tenistas por destacar mais a bolinha, de cor amarela. Também devem favorecer o público, que poderá enxergar melhor as trocas de bola em razão do contraste de cores.

“O piso, os alambrados e a iluminação vão ficar de legado para os amadores no parque. E serão sempre renovados a cada edição. A WTA tem regra de que a quadra precisa ser reformada a cada 12 meses”, explica Luiz Fernando Carvalho, diretor do SP Open, em entrevista ao Estadão.

Luiz Fernando Carvalho, diretor do SP Open Foto: Felipe Rau/Estadão

Assim, as cores serão reforçadas a cada edição do torneio, que tem contrato por pelo menos mais dois anos. A ideia da organização é transformar essas cores numa peça de identidade da própria competição, a exemplo do que acontece na Laver Cup, torneio masculino por equipes, disputado sobre quadra de cor preta.

Quando lançada, em 2017, a competição chamou a atenção dos fãs tanto in loco quanto nas transmissões de televisão por causa da cor diferente. E, ao longo do tempo, se tornou uma marca do evento, justamente por facilitar o contraste da bolinha com a quadra.

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Montagem da quadra do SP Open no Parque Villa-Lobos Foto: Felipe Rau/Estadão

Como será a estrutura do SP Open?

O SP Open terá seis quadras no total, sendo três de jogos e mais três para treinos. A quadra central terá capacidade para receber 2.500 torcedores por sessão - serão duas delas por dia entre segunda e quinta-feira na chave principal. As demais, menores, devem receber entre 300 e 400 fãs.

A expectativa da organização é de receber de 30 mil a 35 mil fãs de tênis ao longo do evento. Os ingressos para os jogos na quadra central já foram esgotados, em pouco mais de uma hora após serem lançados. Mas ainda há bilhetes para o chamado “ground pass”, ingresso que dá direito a entrar no complexo da competição, com acesso às duas quadras menores.

Montagem da quadra do SP Open no Parque Villa-Lobos Foto: Felipe Rau/Estadão

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