O Brasil está próximo de produzir uma bomba nuclear?
País é signatário do Tratado de Não Proliferação Nuclear; maior desafio seria manter tudo em segredo. Crédito: Roteiro: Rodrigo da Silva | Apresentação e edição: Bárbara Pereira
Há 13 mil ogivas nucleares no mundo. A Rússia possui o maior número delas, com quase 6 mil. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com pouco mais de 5 mil. China [350], França [290], Reino Unido [225], Paquistão [165], Índia [160] e Israel [90] vêm na sequência.
Mas e o Brasil? No vídeo acima, no Programa Fronteiras, Rodrigo da Silva mostra que o Brasil tem a tecnologia, a natureza e a capacidade para fabricar uma bomba atômica. Mas quão próximos nós estamos de fabricar uma bomba nuclear?
O Brasil desenvolveu a sua própria tecnologia de centrífugas ainda nos anos oitenta, por meio do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo e do IPEN – o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares.


Hoje, nós temos uma Usina de Enriquecimento em Resende, no Rio de Janeiro, gerenciada pela INB – a Indústrias Nucleares do Brasil – que produz urânio enriquecido a até 5%, suficiente para abastecer parte do combustível das usinas de Angra 1 e 2.
Mas para fabricar uma arma nuclear, seria necessário ir muito além disso – o governo brasileiro teria que ampliar a capacidade de enriquecimento e, entre outras coisas, instalar mais centrífugas.
Mas como isso aconteceria? Assista no vídeo acima, no Programa Fronteiras, com Rodrigo da Silva.
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O programa Fronteiras será uma coluna em vídeo semanal. Os vídeos inéditos vão ao ar sempre aos sábados, às 9h, para assinantes do Estadão.
Cortes do programa são distribuídos ao longo da semana nas redes sociais e na coluna semanal de Rodrigo da Silva, publicada às segundas-feiras, às 20h.
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