Trump diz que vai declarar ‘em breve’ Estreito de Ormuz como ‘território dos Estados Unidos’

Presidente norte-americano afirmou ainda durante comício em Nova York que o Irã está sendo derrotado

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Por Redação
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira, 14, que “em breve” vai declarar o Estreito de Ormuz como parte dos EUA e afirmou que o Irã está sendo derrotado de forma contundente.

“Muito em breve declararei o Estreito de Ormuz território dos Estados Unidos. É verdade”, disse Trump com um sorriso discreto, durante um comício político em uma academia de polícia no estado de Nova York.

Donald Trump afirmou que pretende declarar o Estreito de Ormuz território dos Estados Unidos e voltou a defender que o Irã está sendo derrotado Foto: Alex Brandon/AP

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Trump tem apostado no agravamento da pressão econômica sobre o Irã para tentar encerrar a guerra, após afirmar que décadas de sanções não foram suficientes para conter as ambições nucleares do país.

O governo americano espera que meses de bombardeios tenham levado a economia iraniana a um ponto de ruptura capaz de forçar a liderança do país a aceitar as exigências de encerrar seu programa nuclear e reabrir totalmente o Estreito de Ormuz para navios-tanque de petróleo e gás natural.

Na segunda-feira, 10, o presidente afirmou que, diante da busca do Irã por indenizações como parte de eventuais negociações de paz, pretende exigir compensações também para o lado americano.

A declaração faz parte de uma mudança mais ampla na estratégia de Trump para sustentar que o Irã está próximo de um colapso financeiro, apesar de o país já ter enfrentado décadas de sanções, uma medida que costuma produzir efeitos no longo prazo, e não funcionar como instrumento imediato para interromper conflitos.

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A mudança de estratégia ocorre em um momento em que os estoques americanos de armas essenciais diminuíram e as negociações, marcadas por avanços e recuos, parecem ter estagnado novamente. Trump, porém, insiste que o aumento da pressão sobre Teerã pode levar a um avanço decisivo. / AFP

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