Aeronáutica vê indício de falha de motor em queda na BA

A Aeronáutica já reuniu indícios de que um dos motores do Super King Air B-350 teria falhado minutos antes da queda, ocorrida na noite de sexta-feira num condomínio de luxo em Trancoso, no sul da Bahia. O acidente que deixou 14 mortos - dez parentes do empresário paulista Roger Ian Wright - deve começar a ser elucidado hoje, com a degravação da caixa-preta do avião. Após uma inspeção preliminar, os militares decidiram tentar degravá-la nos laboratórios da empresa Táxi Aéreo Marília (TAM), em Jundiaí, no interior de São Paulo.

AE, Agencia Estado

26 de maio de 2009 | 09h03

Os dois motores do turboélice começam a ser periciados hoje no Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos. A suspeita de que um deles parou repentinamente de funcionar surgiu da análise visual das hélices, feita por militares do 2º Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa-2), do Recife, ainda no local do acidente. Testemunhas disseram que o avião já parecia avariado antes da queda e da explosão. Parte dos depoimentos foi confirmada na 2ª Delegacia Circunscricional de Porto Seguro, onde foi aberto inquérito criminal para apurar as causas do acidente. Até ontem, oito pessoas haviam sido ouvidas.

Ainda aguardam identificação os corpos de Vera Lúcia Mécio, Lucila Lins, Rosângela Barbosa, do copiloto Nelson Fonseca e da menina Nina Pinheiro. A família de Roger espera somente a liberação de todos os corpos para marcar uma missa ecumênica, que deve ocorrer provavelmente na quinta-feira, no Sumaré. O meio-irmão de Roger Christopher Apostol veio da Suíça e está em Salvador tratando da documentação para o transporte dos corpos a São Paulo e para o funeral coletivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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