Austrália responde pedido dos EUA para se unir a coalizão contra o Estado Islâmico

A Austrália se tornou o primeiro país a dar detalhes sobre o número de tropas e aeronaves com os quais contribuirá para a coalizão liderada pelos Estados Unidos para combater militantes do Estado Islâmico no Iraque.

REUTERS

14 Setembro 2014 | 09h59

O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, disse neste domingo que uma força de 600 combatentes, incluindo 400 membros da força aérea e 200 soldados das forças especiais, serão posicionados em uma base militar dos EUA nos Emirados Árabes Unidos.

Vários países responderam ao apelo do presidente dos EUA, Barack Obama, para participar de uma coalizão contra o Estado Islâmico, mas a Austrália é o primeiro a fornecer publicamente o número de soldados específicos e equipamentos militares para a missão.

Obama está conduzindo um esforço para formar uma coalizão de aliados ocidentais e do Golfo Árabe para enfrentar o grupo extremista, cujos métodos selvagens incluíram a decapitação de dois jornalistas norte-americanos e de um trabalhador humanitário britânico.

Abbott disse que, junto com as tropas, a Austrália enviará oito caças Super Hornet, uma aeronave de alerta e controle e outra de reabastecimento aéreo.

(Por Morag MacKinnon)

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